Dalton Trevisan

Os livros que eu mais gostei de ter lido em 2018
Literatura
Os livros que eu mais gostei de ter lido em 2018
16 de dezembro de 2018 at 15:12 0
  1. “As irmãs Makioka”, de Junichiro Tanizaki: um painel da vida no Japão em meados do século XX, a história de quatro irmãs, um dos melhores livros que já li.
  2. “Ilíada”, de Homero: o início da literatura ocidental.
  3. “Triste Fim de Policarpo Quaresma”, de Lima Barreto: a história do nacionalista patético que queria que o tupi fosse a língua oficial do Brasil é apenas parte deste livro fascinante.
  4. “O Gigante Enterrado”, de Kazuo Ishiguro: um livro de fantasia e grande literatura.
  5. “Confissões”, de Santo Agostinho: não há como superestimar a influência deste livro na literatura, na teologia e na filosofia ocidentais.
  6. “A Descoberta da Escrita”, de Karl Ove Knausgard: o quinto dos seis livros da série “Minha Luta”, do grande escritor norueguês. Quando a Companhia das Letras vai lançar o sexto?
  7. “Un cirque passe”, de Patrick Modiano: uma jovem misteriosa, perdida - e apaixonante.
  8. “A gorda do Tiki Bar”, de Dalton Trevisan: o título já diz tudo. O curitibano em sua melhor forma.
  9. “Hors d’atteinte?”, de Emmanuel Carrère: o vício em jogo, no meio de um casal intelectualizado e vazio, numa história contada com carinho e um pouco de cinismo.
  10. “Lúcia McCartney”, de Rubem Fonseca: acho que nunca vou esquecer o impacto dos primeiros contos deste livro.
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“Novelas nada exemplares”, de Dalton Trevisan
Literatura
“Novelas nada exemplares”, de Dalton Trevisan
29 de outubro de 2017 at 16:53 0
É muito interessante revisitar os primeiros livros do maior escritor curitibano até hoje. Se nas obras mais recentes seu estilo está cada vez mais conciso - com contos que chegam a ser escritos em poucas linhas -, em seu livro de estreia, “Novelas nada exemplares”, de 1959 (Civilização Brasileira, 168 páginas), Dalton Trevisan era um escritor mais “tradicional”, com contos de umas seis páginas em média. Mas sua temática, sobre as pequenas tragédias das classes baixa e média baixa de Curitiba, já estava toda lá. (mais…)
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Dalton Trevisan: “Mirinha” e “111 ais”
Literatura
Dalton Trevisan: “Mirinha” e “111 ais”
10 de novembro de 2015 at 04:21 0
Desde a adolescência, tenho lido esporadicamente livros de Dalton Trevisan (cheguei a escrever algumas resenhas, reproduzidas no meu site). Sempre gostei, mas sempre esqueci assim que os li: aquelas histórias de mundo cão curitibano tinham, para mim, um impacto que se desvanecia rapidamente. (mais…)
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Dalton Trevisan – duas resenhas
Literatura
Dalton Trevisan – duas resenhas
15 de junho de 2015 at 01:59 2

O anão e a ninfeta

- Me fiz de bêbado entre os bêbados, para ganhar os bêbados. Me fiz de tudo para todos, para por todos os meios chegar a entender um só - ai de mim!
As duas linhas acima são a íntegra do conto "O Escritor", do novo livro de Dalton Trevisan, O anão e a ninfeta (Editora Record, 159 páginas). A alusão bíblica é clara: Porque, sendo livre de todos, fiz-me escravo de todos, a fim de ganhar o maior número possível (I Coríntios, 9, 29). Mas enquanto o apóstolo Paulo queria converter os homens, Dalton Trevisan quer entendê-los. E a humanidade que o maior escritor paranaense enxerga é cheia de vícios, torpezas e defeitos. (mais…)
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