Empoderamento Feminino

Mulheres por Cima: A Revolução das Fantasias e do Desejo Feminino
Literatura
Mulheres por Cima: A Revolução das Fantasias e do Desejo Feminino
23 de julho de 2026 at 12:01 0
"Mulheres por Cima" (Women on Top), lançado em 1991 pela jornalista e escritora norte-americana Nancy Friday, é uma das obras mais marcantes sobre a psicologia do desejo e as fantasias sexuais femininas. A tradução da edição brasileira é de Raquel Mendes, com 494 páginas, e o livro foi lançado por aqui em 1994. O livro dá sequência à investigação iniciada no célebre Meu Jardim Secreto (1973), no qual a autora já havia quebrado tabus ao expor anonimamente o universo íntimo e imaginário das mulheres. Não li ainda Meu Jardim Secreto, mas a proposta é basicamente a mesma do trabalho anterior: Nancy Friday distribuiu questionários em diversos lugares  - comunidades, igrejas, locais de trabalho - para que mulheres de diversas idades e faixas sociais pudessem, de forma anônima, descrever suas principais fantasias sexuais. O livro é dividido em uma introdução em duas partes, em que ela aprofunda questões apresentadas no livro anterior, e a parte das fantasias propriamente ditas, de mais de 400 páginas, dividido em: “Mulheres sexualmente dominadoras, sedutoras, às vezes sádicas”, “Mulheres com mulheres” e “Mulheres insaciáveis: clamando por ‘Mais!”. As fantasias basicamente têm sempre o mesmo roteiro: a mulher conta sua história - se é casada ou não, quando foi sua primeira vez, como é sua vida sexual - e depois passa para as fantasias propriamente ditas. As mulheres imaginam de tudo: elas podem ser objeto de diversos homens se masturbando ao mesmo tempo; podem ter casos com amigos, parentes e colegas; mesmo estupros e zoofilia não são raros. A fantasia feminina basicamente não tem limites em “Mulheres por cima”, um livro interessante - e às vezes chocante.
Imagem obtida no Google Gemini.
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Dicas de Séries: Fichas Técnicas e Impressões Pessoais
Séries
Dicas de Séries: Fichas Técnicas e Impressões Pessoais
26 de dezembro de 2025 at 14:19 0
Criei um "Gem" no Gemini para organizar fichas técnicas de séries, com informações detalhadas sobre direção, lançamento e formato. Nas sugestões abaixo, as fichas foram geradas pela IA, enquanto os comentários e as notas refletem a minha opinião pessoal. A ideia é compartilhar algumas dicas do que tenho assistido.
Morrendo por Sexo (2025)
  • Título original: Dying for Sex
  • Direção: Leslye Headland, Chris Teague, Shannon Murphy
  • Elenco: Michelle Williams, Jenny Slate, Rob Delaney
  • País: EUA
  • Formato: Minissérie (1 temporada) | 8 episódios (média de 31 min.) | Disney+
Resumo e recepção: Esta minissérie de comédia dramática é livremente baseada nas experiências reais de Molly Kochan. A trama foca em Molly (Michelle Williams), diagnosticada com câncer de mama metastático em estágio terminal. Frustrada com seu casamento e percebendo que nunca teve um orgasmo, ela decide deixar o marido. Com o incentivo de sua melhor amiga, Nikki (Jenny Slate), Molly embarca em uma jornada de autodescoberta e liberdade sexual enquanto encara a finitude da vida. A crítica elogiou a mistura de humor negro e sensibilidade, destacando a atuação de Michelle Williams.
  • Comentário: Tensa, erótica e divertida — tudo ao mesmo tempo.
  • Nota: 9

Diário de uma Garota que Coleciona Foras (2025)
  • Título original: Halva Malmö består av killar som dumpat mig
  • Direção: Emma Bucht e Susanne Thorson
  • Elenco: Carla Sehn, Moah Madsen e Ingela Olsson
  • País: Suécia
  • Formato: 1 temporada | 7 episódios (30 min.) | Netflix
Resumo e recepção: Baseada no livro de Amanda Romare, a série acompanha Amanda, uma mulher de 31 anos em Malmö que, após um incidente embaraçoso, decide mudar sua sorte no amor e enfrentar uma maratona de encontros desastrosos. A produção foi recebida como uma comédia ácida e autêntica sobre a vida adulta moderna, sendo elogiada pela atuação carismática de Carla Sehn e pela forma como subverte os clichês das comédias românticas tradicionais. A crítica destacou positivamente o "humor escandinavo" seco e a dinâmica de amizade feminina, embora alguns tenham apontado certa previsibilidade no formato de "encontro da semana".
  • Comentário: Bem leve e divertida.
  • Nota: 8

Sexify (2021)
  • Título original: Sexify
  • Direção: Kalina Alabrudzińska e Piotr Domalewski
  • Elenco: Aleksandra Skraba, Maria Sobocińska, Sandra Drzymalska
  • País: Polônia
  • Formato: 2 temporadas | 8 episódios por temporada (45-50 min.) | Netflix
Resumo e recepção: Natalia, uma estudante de tecnologia brilhante, mas sem experiência sexual, decide criar um aplicativo para otimizar o orgasmo feminino. Ao lado de suas amigas Paulina e Monika, ela mergulha no mundo das startups e do empoderamento. Frequentemente comparada a Sex Education, a série foi elogiada pelo frescor e pela química do trio principal.
  • Comentário: Gostei muito; o trio de protagonistas é espetacular. A história tem algumas reviravoltas um tanto sem sentido, mas, no geral, é uma ótima série. O uso de cores vibrantes na maioria das cenas me agradou bastante.
  • Nota: 8

A Imperatriz (2022)
  • Título original: Die Kaiserin
  • Direção: Florian Cossen e Katrin Gebbe
  • Elenco: Devrim Lingnau, Philip Froissant, Melika Foroutan
  • País: Alemanha
  • Formato: 2 temporadas | 6 episódios por temporada (55-60 min.) | Netflix
Resumo e recepção: Focada nos anos iniciais de Elisabeth "Sissi" da Baviera e seu casamento com o Imperador Francisco José I, a série explora as intrigas da corte de Viena no século XIX. Vencedora do Emmy Internacional de Melhor Série Dramática, a produção se destaca pelo figurino luxuoso e pela estética visceral.
  • Comentário: Série excelente, com ótimas atuações.
  • Nota: 9

Sissi (2021)
  • Título original: Sisi
  • Direção: Sven Bohse e Andy Fetscher
  • Elenco: Dominique Devenport, Jannik Schümann, Désirée Nosbusch
  • País: Alemanha/Áustria
  • Formato: 4 temporadas | 6 episódios por temporada (50-60 min.) | A Globoplay tem a segunda temporada, e o canal português RTP tem as três primeiras, mas é preciso ter um VPN. O canal australiano SBS tem as quatro temporadas com legendas em inglês, também precisa de VPN, mas a conexão está muito ruim - por isso não assisti ainda. 
Resumo e recepção: Uma abordagem moderna e provocante sobre a monarca austríaca, focada em seu despertar sexual e político. Enquanto a crítica se dividiu pelas liberdades históricas, o público a transformou em um sucesso. A quarta temporada (2024) encerra a saga com Sissi retornando à Baviera para confrontar segredos do passado.
  • Comentário: Tão boa quanto A Imperatriz e um pouco mais erótica (embora a primeira também não tenha nada de pudica). Ainda não assisti à quarta temporada, por dificuldade de acesso. É interessante notar como os fatos históricos diferem em detalhes entre as duas produções; talvez valha a pena ler uma biografia para distinguir realidade de ficção.
  • Nota: 9

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