Davi em 1 Samuel
Religião
Davi em 1 Samuel
23 de maio de 2016 0
A primeira vez em que Davi é citado no livro bíblico 1 Samuel é no capítulo 16. Contextualizando: Deus não queria que um rei fosse ungido em Israel, mas o povo queria um e Deus, através do profeta Samuel, acabou escolhendo Saul para o posto. Por não ter obedecido perfeitamente ao Senhor, Deus se cansou de Saul e mandou Samuel procurar o novo rei entre os filhos de Jessé. No dia da escolha, como Davi era o mais novo, o seu pai já estava esquecendo-se dele: mas efetivamente o escolhido foi Davi. Enquanto aconteciam estas coisas, Saul continuava rei em Israel. Para espantar o espírito mau que frequentemente o atormentava, ele pediu que algum bom instrumentista de harpa viesse tocar para ele, e Davi foi o chamado. A cada vez que ele tocava harpa para o rei, o espírito mau se retirava de Saul. No capítulo seguinte, o gigante filisteu Golias desafia Israel – sua proposta é simples:
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Vidas de Santos
Religião
Vidas de Santos
15 de maio de 2016 0
Apesar de não haver certeza sobre o verdadeiro autor, não há dúvida de que “Legenda dos Três Companheiros” é uma das fontes mais antigas sobre a vida de São Francisco: segundo os estudiosos, o livro não é posterior a 1247 (enquanto que o santo faleceu em 1226). A tradição indica que a obra foi escrita por três dos mais próximos amigos do santo, os Freis Rufino, Ângelo e Leão. Na introdução do livro, os supostos autores contam que foram instados a escrever a obra por decisão do Capítulo Geral e do Ministro Geral Frei Crescêncio, “para comunicar (…) as ações mais notáveis e os prodígios do Bem-aventurado Francisco que pudessem ter visto ou chegado a conhecer”. Ainda na introdução, os autores comentam que
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“La verrue”, de Françoise Rey
Literatura
“La verrue”, de Françoise Rey
15 de maio de 2016 0
“La verrue” (a verruga), de Françoise Rey, apresenta um romance dentro de outro.
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“Linha M”, de Patti Smith, e “Uma aprendizagem ou o livro dos prazeres”, de Clarice Lispector
Literatura
“Linha M”, de Patti Smith, e “Uma aprendizagem ou o livro dos prazeres”, de Clarice Lispector
1 de maio de 2016 0
Eu já tinha ficado fascinado com “Só Garotos”, a primeira obra em prosa de Patti Smith, uma das mais importantes cantoras do movimento punk (meu comentário sobre o livro foi publicado no Mondo Bacana). O livro contava a história da amizade da autora com o fotógrafo Robert Mapplethorpe, famoso por sua obra de temática gay, quando do difícil início da carreira dos dois. O segundo livro em prosa de Patti Smith, “Linha M”, recentemente publicado, é uma espécie de relato autobiográfico, mas está longe de ser um livro de memórias comum – não deixando de ter uma qualidade meio misteriosa.
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“Dirty Mind”, de Prince
Música
“Dirty Mind”, de Prince
26 de abril de 2016 0
Para homenagear a memória do grande Prince eu poderia ter escolhido qualquer dos álbuns que ele lançou entre 1980 e 1988, com exceção de “Parade” e “Around the World in a Day”. Realmente, não é qualquer músico que lança, em tão curto espaço de tempo, álbuns como “Dirty Mind”, “Controversy”, “1999”, “Purple Rain”, “Sign O’ The Times” e “Lovesexy”. Depois deste último, de 1988, seus discos passaram a ter cada vez mais momentos de megalomania e as faixas realmente boas, que eram a grande maioria, começaram a rarear. Eu mesmo acompanhei de perto os álbuns lançados entre “Batman”, de 1989, e “Chaos and Disorder”, de 1996, e não creio que nenhum dentre estes chegue perto dos anteriores em termos de qualidade. Como muita gente, acabei deixando os discos novos de lado: pode ser que tenha muita coisa boa entre “Emancipation”, de 1996, e “HITnRUN Phase One”, de 2015, mas não posso dizer com certeza.
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Belfort Duarte, Couto Pereira
Impressões, Literatura
Belfort Duarte, Couto Pereira
26 de abril de 2016 0
I – Belfort Duarte O braço do pai era forte, e o pai, imenso.
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“En toutes lettres”, de Françoise Rey e Marco Forlani
Literatura
“En toutes lettres”, de Françoise Rey e Marco Forlani
26 de abril de 2016 0
O livro “En toutes lettres” (Editora La Musardine, Paris) nasceu de uma ideia do seu editor: juntar dois escritores – uma mulher e um homem – para que criassem um romance epistolar sem que se conhecessem pessoalmente. A troca de cartas seria feita por intermédio do editor e, obviamente, cada nova carta seria escrita em resposta à anterior e o romance seria a própria correspondência. Os escritores escolhidos para a empreitada foram a autora de livros eróticos francesa Françoise Rey e o escritor, roteirista, dramaturgo e crítico de cinema Marco Forlani, também francês.
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João Gilberto: 10 preferidas + 1
Música
João Gilberto: 10 preferidas + 1
20 de abril de 2016 0
Segundo Miles Davis, “João Gilberto pode ler um jornal que fica bonito”. Como eu concordo com ele, fiz uma listinha com minhas dez músicas preferidas do criador da bossa nova, em ordem de preferência – mas com o critério de não colocar mais de uma por faixa disco lançado. Assim eu tento provar que ele é bom em qualquer época da carreira. Como se ele precisasse provar qualquer coisa para quem quer que seja. Enfim.
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