“Clara dos Anjos”, de Lima Barreto
Literatura
“Clara dos Anjos”, de Lima Barreto
25 de junho de 2016 0
Os textos introdutórios da edição da Penguin-Companhia das Letras de “Clara dos Anjos”, de Lima Barreto (304 páginas), escritos por Beatriz Resende, Lúcia Miguel Pereira e Sérgio Buarque de Holanda, apontam alguns defeitos do livro – como a falta de profundidade psicológica da personagem-título e do sujeito que a seduziu, Cassi Jones: realmente, não é um começo muito animador.
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“Hiperespaço”, de Michio Kaku
Ciência
“Hiperespaço”, de Michio Kaku
19 de junho de 2016 0
Imagine “Flatland”, um universo com duas dimensões: árvores, casas, pessoas, estradas, todos fazendo parte de um plano.
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“Paraíso Perdido”, de Cees Nooteboom
Literatura
“Paraíso Perdido”, de Cees Nooteboom
16 de junho de 2016 0
Dia desses sonhei que tinha ganhado de presente alguns livros, todos escritos pelo mesmo autor (um deles, inclusive, era uma edição especial com três romances). Durante o sonho eu não sabia direito quem era o escritor (coisas de sonho), mas de manhã me veio o nome do holandês Cees Nooteboom, de quem eu já tinha lido alguns comentários favoráveis aqui e ali. Como gosto de conhecer novos autores, achei que era uma boa oportunidade de arriscar. O único livro em português disponível no site da Amazon era “Paraíso Perdido”: curto, lançado pela Companhia das Letras. Não tinha muito como dar errado. Comprei. Num exercício de metalinguagem, a introdução do romance se compõe dos pensamentos de um homem de meia-idade (provavelmente o próprio autor) no início de uma viagem de avião, quando olha admirado para uma bela mulher. Ela está sentada numa poltrona próxima e está lendo exatamente “Paraíso Perdido”, de Cees Nooteboom (é estranho, eu sei). A conclusão do livro mostra uma conversa entre os dois.
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“A Bruxa”, de Robert Eggers
Cinema
“A Bruxa”, de Robert Eggers
12 de junho de 2016 0
No imaginário moderno, a bruxa em geral é um serzinho simpático. As crianças se divertem no Dia das Bruxas e em filmes como “As Bruxas de Eastwick”, por exemplo. No Bosque do Alemão aqui em Curitiba uma “bruxa boa” conta histórias bonitinhas para as crianças. E os mais velhos se lembram da charmosa bruxa Samantha do seriado “A Feiticeira”. Mas no século XVIII a coisa estava longe de ser assim: na mentalidade da época, a bruxaria era um aspecto do maligno. No espetacular “História do medo no Ocidente 1300-1800”, o historiador Jean Delumeau apresenta um painel do medo dos povos ocidentais entre os séculos XIV e XVIII mostrando que, dentre todos os temores, o de Satã era de fundamental importância. Era um medo verdadeiro, sentido por quase toda a população da época; é até difícil imaginar, atualmente, como era viver num tempo assim.
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“O enforcado de Saint-Pholien”, de Georges Simenon
Literatura
“O enforcado de Saint-Pholien”, de Georges Simenon
8 de junho de 2016 0
É quase como se fosse uma coceira: a cada tantos meses eu começo a pensar que “já tem muito tempo” que não leio nenhum livro de Georges Simenon. Quando a “coceira” começa a incomodar, leio o mais rapidamente possível um de seus curtos romances, fico quase que inevitavelmente satisfeito e espero a próxima “coceira” chegar – para mais uma nova alegria, claro.
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Carnaval, Papillons, Kinderszenen e  Arabeske, de Schumann, com Nelson Freire
Música
Carnaval, Papillons, Kinderszenen e Arabeske, de Schumann, com Nelson Freire
2 de junho de 2016 0
Não é fácil ser crítico de música clássica. A Folha de São Paulo, por exemplo, tinha um crítico exclusivo sobre o assunto, Sidney Molina (que acho que não escreve mais lá). O sujeito, obviamente, tem que ter uma formação mínima sobre música erudita, o que requer bastante estudo e tal. É por isto que eu fico meio envergonhado quando leio algum texto antigo meu falando sobre música clássica. Tudo bem ser diletante, mas este assunto requer um conhecimento mais aprofundado que eu não tenho. Mas, enfim, não resisto.
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“A ditadura envergonhada”, de Elio Gaspari
História
“A ditadura envergonhada”, de Elio Gaspari
29 de maio de 2016 0
O objetivo original de Elio Gaspari na publicação de sua história da ditadura militar brasileira foi contar os detalhes de como o presidente Geisel e seu chefe da Casa Civil, o Gal. Golbery do Couto e Silva, conseguiram desmontar o aparelho repressivo que possibilitou a tortura de opositores ao regime militar de 1964.
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“Correio Sul”, de Antoine de Saint-Exupéry
Literatura
“Correio Sul”, de Antoine de Saint-Exupéry
29 de maio de 2016 0
Primeiro romance publicado por Antoine de Saint-Exupéry, “Correio Sul” (Nova Fronteira, 120 páginas) conta a história do piloto de correio Bernis.
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