Cinco livros e um título: Escritor – A materialização de um desejo que me acompanha desde a infância
Obra Literária

Cinco livros e um título: Escritor – A materialização de um desejo que me acompanha desde a infância

8 de março de 2026 0

A foto que acompanha este texto me traz um certo conforto: nela estão os cinco livros que publiquei.

Embora na Amazon apareça uma versão inicial da novela Conversão, a versão definitiva consta em O Verão de 54 (novelas); por isso, ela não precisa estar na foto. Da mesma forma, a coletânea Ser: Antologia EmContos traz a primeira versão do conto ‘A mulher de César’, que é a história que dá título ao meu livro mais recente. Sendo assim, a coletânea também ficou de fora.

Sou péssimo para tirar fotos. Se peço para a Valéria ou para a Teresa fotografarem a mesma coisa que acabei de registrar, a minha fica feia e as delas ficam bonitas. Mas, como elas aprovaram este clique, meu conforto só aumentou.

Dos meus livros, apenas a novela inicial, Um amor como nenhum outro, está fora de catálogo. Tenho planos de republicá-la adequadamente algum dia, talvez por uma editora que não seja de autopublicação. Não tenho pressa. Foi um livro de que muita gente gostou e pode ser o meu melhor trabalho, mas enfim… Os outros podem ser encontrados na Amazon neste link e neste link, ou diretamente comigo pelo e-mail: fabriciomuller60@gmail.com.

Pedi ao Gemini que comentasse sobre minhas cinco obras, e você pode acessar esse longo texto aqui. Meus outros textos publicados sobre os livros estão disponíveis neste endereço.

Meus cinco livros são muito diferentes entre si. Um amor como nenhum outro é uma novela curta, uma espécie de “romance de formação”. Curtas também são as quatro novelas de O verão de 54: uma policial (Morrissey), uma de temática adolescente (Sorry), uma com narrativa tradicional, sobre família e religião (Conversão) e outra de metalinguagem (O verão de 54).

Já Rua Paraíba é composto por três livros (Rua ParaíbaMemórias e Energia), que exploram, com estilos variados, temas autobiográficos como o início do meu casamento, o nascimento da minha filha, minha trajetória profissional e meu amor pela música pop.

3040 é um romance de fôlego (mais de 400 páginas), uma distopia/utopia ambientada em um futuro onde a humanidade, após sucessivas pandemias, vive em prédios gigantes, isolada da natureza. Temas como sexualidade, religião, relacionamentos e música — recorrentes em minha obra — aparecem aqui em uma narrativa com começo, meio e fim. É uma estrutura bem diferente de A mulher de César, uma coletânea caótica que reúne contos eróticos e fantásticos, poesia (Sempre) e delírios em geral (deus um delírio).

Sinto-me feliz por ter publicado tudo o que desejei até agora, mas pretendo continuar: já estou escrevendo um novo romance, chamado Não tenho medo do escuro, sobre um homem que perde a visão.

Olhando para trás, tenho mais um motivo para me sentir confortável com essa foto: quero ser escritor desde criança. Quem leu Rua Paraíba sabe o quanto amo meu trabalho como engenheiro, mas, quem sabe, agora eu já possa ser chamado, finalmente, de “engenheiro e escritor”.

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