Fevereiro 2018

Alguns vídeos do Bones
Música
Alguns vídeos do Bones
15 de Fevereiro de 2018 at 20:47 0
Os clipes são parte fundamental da arte de Bones, como os fãs sabem. A utilização do VHS e de diferentes técnicas faz com que seja quase tão legal esperar por seus clipes quanto por seus álbuns. Apresento aqui uma relação de dez vídeos (com os links correspondentes) que dão uma boa ideia deste lado do talento do cara: (mais…)
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Atypical
Séries
Atypical
14 de Fevereiro de 2018 at 16:37 0
Quando a Valéria e Teresa me sugeriram que eu assistisse “Atypical”, da Netflix, sobre um menino autista que tenta arranjar uma namorada, logo imaginei uma série dramática, triste, sobre um garoto desajustado que não consegue suprir sua carência afetiva por causa de seu problema mental – há exemplos desse tipo de temática por aí. Mas minha filha e minha mulher afirmaram que “Atypical” não era nada disso. Que a série não só não era melodramática, como era engraçada. (mais…)
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The End of the F***ing World
Séries
The End of the F***ing World
11 de Fevereiro de 2018 at 12:45 0
Bastou eu comentar aqui recentemente, num texto sobre a Prêmio Nobel Alice Munro, que eu preferia “ler do que assistir a séries no Netflix”, que eu comecei a ver séries. Mas continuo preferindo ler, então não há necessidade de editar aquele texto sobre a grande contista, hehe. E, claro, já que estou assistindo a séries, não custa comentar sobre elas por aqui, não é? Pedi para o grande Guilherme Bresola da Rocha para colocar uma nova categoria no meu site - e aí vou eu. Foi quando se colocou um problema: são frequentes brigas por causa de spoilers entre espectadores, e não tenho assim tanta vontade de levar pancadas virtuais por revelar algo que não deveria ter revelado. Se eu não posso dar spoilers, sobre o que eu posso falar? Sei lá, alguma coisa do primeiro capítulo, e algumas características das séries. Acho que vai dar certo. Ou não. (mais…)
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“O poder do pensamento matemático”, de Jordan Ellenberg
Filosofia
“O poder do pensamento matemático”, de Jordan Ellenberg
7 de Fevereiro de 2018 at 20:49 0
A imagem que acompanha este texto foi obtida no livro “O poder do pensamento matemático – a ciência de como não estar errado”, de Jordan Ellenberg (Zahar, 537 páginas), e dá uma boa ideia dos caminhos do raciocínio matemático.  Para começar, os dois cantos que boa parte das pessoas têm uma ideia do que sejam: o inferior é o canto do “simples e superficial”, como as somas de 2 + 1 ou o seno de 2x; o superior direito é o canto “complicado e profundo”, qualidades que normalmente associadas à matemática superior: ali estão coisas como a hipótese de Riemann ou espaços perfectoides, complicadas, imagino, a ponto de um engenheiro civil como eu não terem ideia do que sejam. Os outros dois cantos são um pouco menos, como direi, populares: no inferior direito o autor engloba a resolução de integrais que eu, quando estudante de engenharia, tinha alguma dificuldade de resolver – mas é interessante que elas estão no canto “complicado e superficial”: de fato, a resolução de muitas integrais parece mesmo apenas trabalho mecânico. O canto em que Jordan Ellenberg concentra todos os esforços de seu “O poder do pensamento matemático – a ciência de como não estar errado” é o superior esquerdo, onde se concentra o “simples e profundo”: o autor tenta responder a perguntas como: quando a probabilidade de ganhar na loteria é maior; qual a probabilidade de Deus existir; como eliminar erros em transmissões de internet; se é mais correto, em julgamentos, seguir as leis ao pé da letra ou usar o bom senso quando necessário; quais os possíveis erros que podem ocorrer em artigos médicos que utilizam estatística; diferentes critérios para decidir eleições. (mais…)
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Minhas músicas preferidas: 3. “Do You Wanna Know?”, do Arctic Monkeys
Música
Minhas músicas preferidas: 3. “Do You Wanna Know?”, do Arctic Monkeys
5 de Fevereiro de 2018 at 21:26 0
Era uma coisa engraçada: a cada vez que eu ouvia uma música na voz do Alex Turner, vocalista do Arctic Monkeys, eu pensava que devia dar uma chance para esta banda britânica. Há muitos anos eu não acompanho as novidades do rock originário da Inglaterra, de modo que o que sempre acontecia é que eu esquecia do Alex Turner logo depois de ter pensado que sim, eu deveria dar uma chance para o Arctic Monkeys. (mais…)
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