Meu primeiro texto na internet
Impressões
Meu primeiro texto na internet
20 de janeiro de 2016 0
30-5-2001… nossa! meu diário na internet.
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Meu primeiro texto sobre o Morrissey na internet
Música
Meu primeiro texto sobre o Morrissey na internet
19 de janeiro de 2016 0
Acabei de ler um texto de um skatista cabeludo e tal, fã do Morrissey, e que encontrou o Homem num bar, pediu pra tirar uma foto e acabou declarando seu amor pelo meu ídolo. “I love you” foram as palavras do skatista para o Morrissey… isto mesmo! no final o cara, que parece ser meio simples demais, fica se perguntando como ele mesmo pôde declarar seu amor por outro cara! Ele diz que isto não é uma coisa que um homem diga pra outro… Como fã do Morrissey eu mesmo e heterossexual tal qual o skatista, fiquei aqui me perguntando que poder é este que o Morrissey tem de fazer como que tantos homens, gays ou não, o amem.
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“Meu nome é vermelho”, de Orhan Pamuk
Literatura
“Meu nome é vermelho”, de Orhan Pamuk
18 de janeiro de 2016 0
Romance de um Prêmio Nobel sobre um período histórico fascinante e escrito com uma técnica literária brilhante, “Meu nome é vermelho”, de Orhan Pamuk, infelizmente não é a obra-prima que parecia ser. A história se passa na Turquia do século XVI e conta a história de uma série de miniaturistas que recebem uma encomenda importante e secreta do sultão em comemoração ao primeiro milênio da fuga do Profeta Muhammad para a Meca: um livro de exaltação à riqueza do Império Otomano. O sultão pede que o livro seja feito segundo as técnicas de perspectiva renascentistas. Como isto vai de encontro à tradição otomana, vários mestres miniaturistas (como o Mestre Osman) se revoltam contra o pedido do sultão e contra os aqueles que estão trabalhando na obra – como o personagem chamado Tio. Este é pai de Shekure, uma moça belíssima que faz com que boa parte dos homens que se aproximem dela acabem se apaixonando. Quando ocorrem os acontecimentos narrados em “Meu nome é vermelho”, o marido de Shekure está já desaparecido há quatro anos, depois de ter partido para a guerra, e já é dado como morto. O irmão deste, Hassan, quer que ela se case com ele, mas o coração da moça se divide entre o cunhado e o personagem Negro Efêndi, rapaz que voltou de uma viagem longa e é apaixonado por Shekure desde a adolescência.
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“No is always easier than Yes”
Literatura
“No is always easier than Yes”
15 de janeiro de 2016 0
1 – Como apareci na mídia falando mal dos outros “Nunca li nada deste jornalista Mario Marques, do “Globo”, mas me parece um cara legal. Acho que entendo o porque dele, segundo a leitora Juliana Medrado, falar mal de Strokes e White Stripes a cada frase. Eu nunca ouvi White Stripes e, se parece Strokes, nem quero ouvir. Mas o problema dos Strokes é que NUNCA, mas NUNCA mesmo, uma banda tão elogiada foi tão ruim. ‘De modus que’ as poucas pessoas que enxergam que strokes é uma farsa devem insistir com este tema.”
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Tradução: “Os Dois Amigos de Bourbonne”, por Denis Diderot
Traduções
Tradução: “Os Dois Amigos de Bourbonne”, por Denis Diderot
13 de janeiro de 2016 0
Havia aqui dois homens, que poderiam ser chamados Orestes e Pílades (1) de Bourbonne.
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Bones: “HermitOfEastGrandRiver”
Música
Bones: “HermitOfEastGrandRiver”
10 de janeiro de 2016 0
Um dos clipes mais bonitos do Bones é o de “OakGroveRoad”, que foi o primeiro lançado juntamente com seu álbum mais recente, “HermitOfEastGrandRiver“. Se a música tem uma letra forte (“Não venha aqui / Você não é meu amigo / Você não pode se comparar comigo / (…) / Você não pode se comparar comigo”) e uma base sombria, o clipe de “OakGroveRoad” utiliza tons de azul tão bonitos que quase nos esquecemos que ele é, também, sombrio.
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Livros preferidos de 2015
Literatura
Livros preferidos de 2015
6 de janeiro de 2016 0
Por ordem de preferência: “Graça infinita”, de David Foster Wallace “Comentários sobre a Carta aos Gálatas”, de São João Crisóstomo “Voo noturno”, de Antoine de Saint-Exupéry “List of the lost”, de Morrissey “Na praia”, de Ian McEwan “Ronda da noite”, de Patrick Modiano “111 ais”, de Dalton Trevisan “Tudo que pensei mas não falei na noite passada”, de Anna P. “Juvenília”, de Jane Austen e Charlotte Brontë “Sobre a ira / Sobre a tranquilidade da alma”, de Sêneca
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“Graça Infinita”, de David Foster Wallace
Literatura
“Graça Infinita”, de David Foster Wallace
6 de janeiro de 2016 1
Considerado por muitos o último grande romance do Século 20, Graça Infinita, de David Foster Wallace, foi lançado recentemente no Brasil pela Companhia da Letras, com brilhante tradução de Caetano Galindo. Publicado originalmente em 1996, o livro é um assombro.
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