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Cinco coisas sobre mim
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Cinco coisas sobre mim
19 de julho de 2015 at 04:53 0
Fui desafiado pela minha filha Teresa Müller a falar 5 coisas sobre mim que não estejam relacionadas à literatura. 1 - Sou fã de Bones e de Morrissey. Ou de Morrissey e Bones. 2 - Eu escolho um prato em cada restaurante que vou e nunca mudo. (mais…)
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sete a um
Esporte, Impressões
sete a um
9 de julho de 2015 at 02:58 0
A primeira lembrança que eu tenho de Copas do Mundo é o choro. Meu próprio choro. Na verdade, aos seis anos, eu não estava muito ligado no assunto. Lembro de me reunir com a turma da escola na sala de aula (acho que não decretavam feriados em jogos da Seleção) para assistir Brasil 1 x 0 Alemanha Oriental, e festejar muito o gol de falta de Rivelino. (mais…)
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Alguns belos dias na minha vida
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Alguns belos dias na minha vida
30 de junho de 2015 at 07:09 0
Um dos LPs que ouvi à exaustão durante a adolescência foi o fascículo referente a Henry Purcell da série Mestres da Música. São suítes com normalmente 4 partes cada (um prelúdio inicial seguido de algumas danças, allemanda, courante, sarabanda, estas coisas). Não, nunca me liguei muito em Henry Purcell, não - só sei que era inglês e viveu no sec. XVII. Cheguei a comprar um cd com peças vocais dele... mas nem sei onde anda, não fez parte da minha vida. Só as “Oito Suítes para Cravo” foram importantes. (mais…)
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Um drama aparentemente insignificante
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Um drama aparentemente insignificante
26 de junho de 2015 at 04:38 0
Eu estava passeando com minha filhinha no Passeio Público, espécie de zoológico antigo e de localização central na cidade de Curitiba. Tendo sido num passado quase distante um local de encontro de intelectuais, atualmente o Passeio Público, principalmente nos finais de semana, abriga uma grande quantidade de empregadas domésticas, operários, caixas de supermercado - ou seja, representantes das chamadas "camadas menos favorecidas da sociedade". (mais…)
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A apresentação
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A apresentação
18 de junho de 2015 at 05:28 0
Não, eu não poderia ir. Por mais que ela chorasse, por mais que esperneasse, eu não poderia ir na apresentação de fim-de-ano da minha filha. E ela estava chorando, ela estava esperneando. Antes que me chamem de insensível, deixe-me explicar: minha filha tinha pego um forte resfriado, que a impedira de ir às aulas durante duas semanas. O dia em que ela retornou às aulas foi exatamente o dia da apresentação: os alunos passariam a tarde toda ensaiando e, então, fariam a apresentação. Às quatro e meia da tarde. Eu tinha que trabalhar naquele horário pavoroso. Será que o pessoal do Colégio Sion não sabe que os pais trabalham durante a tarde? (mais…)
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