Ciência

“A harmonia do mundo”, de Marcelo Gleiser
Ciência
“A harmonia do mundo”, de Marcelo Gleiser
29 de setembro de 2017 at 11:07 0
Marcelo Gleiser é o mais conhecido cientista brasileiro da atualidade. Além de dar aulas na renomada universidade americana Darthmouth College, suas pesquisas no ramo da astrofísica levaram-no a ganhar um prêmio do governo dos Estados Unidos em 1994. Mas o motivo de ele ser conhecido no Brasil está relacionado à sua atividade como divulgador científico: Gleiser mantém já há alguns anos uma coluna mensal no jornal Folha de São Paulo, publicou diversos livros – entre eles os ótimos O fim da terra e do céu e A dança do universo – e agora pode ser visto todos os domingos no Fantástico, da TV Globo, com o quadro Poeira das estrelas. (mais…)
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“Hiperespaço”, de Michio Kaku
Ciência
“Hiperespaço”, de Michio Kaku
19 de junho de 2016 at 22:57 0
Imagine “Flatland”, um universo com duas dimensões: árvores, casas, pessoas, estradas, todos fazendo parte de um plano. (mais…)
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Eureka
Ciência, Literatura
Eureka
20 de julho de 2015 at 04:58 0
No prefácio de Eureka - livro que comprei em 1986 e que só li agora (vê se pode) - do grande poeta e contista Edgar Allan Poe, Júlio Cortázar comenta que o grande valor deste estranho ensaio está na poesia: a tentativa de Poe de explicar a criação do Universo com pouquíssima base na física e na matemática seria, segundo W.H.Auden, o mesmo que fazer em inglês e no século XIX o que Hesíodo e Lucrécio haviam feito em grego e latim muitos séculos antes. A ideia principal de Eureka é mais ou menos o que segue. No princípio, toda a matéria do Universo estava concentrada em uma única Unidade. Um Ato Divino espalhou esta matéria pelo espaço e a ação da gravidade, posteriormente, faria com que toda a matéria tentasse voltar ao estado original por "condensação". Isto aconteceria por todo o Universo: no Sistema Solar, por exemplo, a condensação faria com que a matéria voltasse, aos poucos, ao seu centro específico (o Sol). À medida que esta condensação acontecia, alguns pedaços iriam se separando: por isto, segundo Poe, Netuno (na época - como hoje, aliás - o último planeta do Sistema Solar) foi o primeiro planeta a se desprender. A condensação continuou, e então Urano surgiu... e assim por diante, até Mercúrio se desprender por último. (mais…)
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