{"id":6032,"date":"2025-10-26T11:52:55","date_gmt":"2025-10-26T14:52:55","guid":{"rendered":"https:\/\/fabriciomuller.com.br\/wp\/?p=6032"},"modified":"2025-10-26T01:59:40","modified_gmt":"2025-10-26T04:59:40","slug":"o-maior-atletiba-da-historia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fabriciomuller.com.br\/wp\/?p=6032","title":{"rendered":"O Maior Atletiba da Hist\u00f3ria"},"content":{"rendered":"<p><em>Eu tive uma coluna no site <\/em><a href=\"https:\/\/coxanautas.com.br\/\"><em>Coxanautas<\/em><\/a><em> por alguns anos, em meados dos anos 2000. Fu\u00e7ando meus alfarr\u00e1bios, achei o texto abaixo, escrito em torno de 2005.<\/em><\/p>\n<p><em>Acho que o Atletiba de 1968 continua sendo o maior de todos os tempos, mas n\u00e3o tenho tanta certeza assim. Mas que ningu\u00e9m nega que ele foi hist\u00f3rico, acho que ningu\u00e9m nega.<\/em><\/p>\n<p>_______________________________________________<\/p>\n<p>Qual foi o maior Atletiba de todos os tempos? Foi aquele realizado na noite fria de 28 de agosto de 1968 (o ano, coincidentemente, em que nasci)?<\/p>\n<p>Provavelmente. Desde crian\u00e7a, escuto meu pai contar a emo\u00e7\u00e3o de ter assistido \u00e0quele jogo. Ele sempre me fala do frio e da entrada do jogador reserva que marcou o gol de cabe\u00e7a. Aquela partida foi o in\u00edcio da maior s\u00e9rie de vit\u00f3rias em Campeonatos Paranaenses na hist\u00f3ria do Glorioso: 1968, 1969, 1971, 1972, 1973, 1974, 1975, 1976, 1978, 1979. Anteontem, Carneiro Neto se referiu \u00e0quele jogo na Gazeta do Povo:<\/p>\n<blockquote><p><em>&#8220;Naquele ano, disputou-se o melhor Campeonato Paranaense de todos os tempos, em pontos corridos e com todos os times muito bem-preparados. O gol do t\u00edtulo coxa-branca, marcado por Paulo Vecchio em fria noite na Vila Capanema, entrou para a hist\u00f3ria pela emo\u00e7\u00e3o da hist\u00f3rica conquista no \u00faltimo minuto do cl\u00e1ssico.&#8221;<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>Se Carneiro Neto n\u00e3o chega a assegurar que aquele foi o maior Atletiba de todos, poucas d\u00favidas h\u00e1 \u2013 at\u00e9 hoje \u2013 de que aquele foi o melhor Campeonato Paranaense da Hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>O campeonato come\u00e7ou turbulento: o Atl\u00e9tico, que tinha ficado em \u00faltimo lugar no ano anterior, simplesmente se recusava a ser rebaixado \u2013 a lei do acesso e descenso come\u00e7ara a vigorar pouco tempo antes. Come\u00e7ou uma luta de bastidores entre o ent\u00e3o presidente atleticano, Jofre Cabral, e o presidente da Federa\u00e7\u00e3o Paranaense de Futebol, Jos\u00e9 Milani. Como forma de fazer press\u00e3o, o presidente rubro-negro contratou grandes jogadores: Bellini (ex-campe\u00e3o mundial de futebol), Dorval (ex-companheiro do Santos de Pel\u00e9), o goleiro Muca e os grandes jogadores Z\u00e9 Roberto e Nilson Borges.<\/p>\n<p>Tanto se fez que se conseguiu que tanto Atl\u00e9tico quanto Paranava\u00ed \u2013 primeiro colocado da divis\u00e3o de acesso, na \u00e9poca chamada Primeira Divis\u00e3o (enquanto os principais clubes formavam a Divis\u00e3o Especial) \u2013 tivessem vaga garantida no Campeonato Paranaense de 1968. (Al\u00e9m disso, mais um outro clube foi convidado: o vencedor de um torneio entre os participantes da divis\u00e3o de acesso.) Toda essa movimenta\u00e7\u00e3o fez com que o campeonato pegasse fogo.<\/p>\n<p>Segundo as palavras do Professor Francisco Genaro Cardoso, em seu &#8220;Hist\u00f3ria do Futebol Paranaense&#8221; (Federa\u00e7\u00e3o Paranaense de Futebol. Curitiba, 1978):<\/p>\n<blockquote><p><em>&#8220;Nunca se viu tantas casas em Curitiba ostentando bandeiras e faixas de clubes de futebol, com predomin\u00e2ncia de atleticanas e coritibanas. (&#8230;) Nunca se viu tanto ardor, tanto fanatismo por parte dos torcedores de ambas as agremia\u00e7\u00f5es. Nos cinco jogos em que os rivais fizeram durante o ano, as rendas foram recordes. A nota triste do campeonato foi a morte do presidente atleticano, Jofre Cabral, em 2 de junho daquele mesmo ano.<\/em><\/p>\n<p><em>\u201cVoltando ao futebol: na \u00faltima rodada do campeonato, o Coritiba precisava de um ponto contra o Ferrovi\u00e1rio para levar a final para uma s\u00e9rie de tr\u00eas partidas com o Atl\u00e9tico \u2013 e este ponto s\u00f3 foi conseguido nos momentos finais de um emocionante jogo num Alto da Gl\u00f3ria superlotado: 2 a 2.\u201d<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>Conforme contam Vin\u00edcius Coelho e Carneiro Neto em seu &#8220;O Campeon\u00edssimo&#8221; (Cora\u00e7\u00e3o Brasil Editora. Curitiba, 2003):<\/p>\n<blockquote><p><em>&#8220;Como havia perdido em casa para o Furac\u00e3o, 15 dias antes, em disputa pela vaga do Torneio Roberto Gomes Pedrosa (&#8230;), o Coritiba sabia das dificuldades que teria na decis\u00e3o do campeonato. No primeiro jogo, 2 a 1 para o Coritiba no ent\u00e3o est\u00e1dio Belfort Duarte \u2013 atual Couto Pereira. Ao Coritiba bastava o empate no jogo seguinte, no Est\u00e1dio Durival de Britto, na quarta-feira, evitando assim o terceiro jogo. Acho que ser\u00e1 mais interessante para o leitor se forem simplesmente reproduzidas as palavras de Francisco Genaro Cardoso sobre aquele que, possivelmente, tenha sido o maior atletiba da Hist\u00f3ria:<\/em><\/p>\n<p><em>&#8220;Constituiu-se no mais espetacular &#8216;Cotejo da Rivalidade&#8217; dos \u00faltimos 20 anos. Durante 90 minutos, o Atl\u00e9tico vencia por 1 a 0. Estava-se nos descontos. O &#8216;pov\u00e3o&#8217; rubro-negro j\u00e1 come\u00e7ava a comemorar a vit\u00f3ria e renasciam as esperan\u00e7as de que em nova peleja, seria campe\u00e3o. Que barulho sua torcida fazia. J\u00e1 decorriam 30 segundos al\u00e9m do tempo regulamentar. Falta na intermedi\u00e1ria rubro-negra. Pelo lado esquerdo. Cobran\u00e7a pelo lateral esquerdo do Coritiba: Nilo. Nove jogadores coritibanos na \u00e1rea rubro-negra contra onze. Arnaldo C\u00e9sar Coelho, carioca, o \u00e1rbitro. Mais de 25.000 espectadores em suspense. Jogo noturno. Sil\u00eancio absoluto no Est\u00e1dio. Era a derradeira oportunidade do Coritiba empatar. Cigarros n\u00e3o fumados. Mascados. Dentes cerrando dentes. Dentes comendo unhas. Torcidas est\u00e1ticas. Um minuto al\u00e9m do tempo. No gramado, um empurra-empurra entre jogadores dentro da \u00e1rea penal, com que os atleticanos esperavam retardar a cobran\u00e7a e ouvir o apito final. Arnaldo C\u00e9sar Coelho, com muito custo, colocava a casa em ordem. Adverte, amea\u00e7a. Procura \u00e2ngulo melhor para controlar a \u00e1rea. Vem o apito para a cobran\u00e7a de falta. Nilo levanta a pelota para a frente do arco. Gil, o goleiro, salta. Saltam v\u00e1rios jogadores. Um bouquet humano, branco, verde, vermelho e preto. O mais feliz foi o comprido meia-cancha coritibano, Paulo Vecchio. Era o gol de empate e o t\u00edtulo de 1968.&#8221;<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p><em>(Imagem que acompanha o texto obtida no Gemini.<\/em><\/p>\n<p><em>Se voc\u00ea estiver interessado em receber meus textos semanalmente, clique <a href=\"https:\/\/fabriciomuller.substack.com\/p\/o-faroeste-sem-lei-de-elmore-leonard\">aqui<\/a> e cadastre seu e-mail.)<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Eu tive uma coluna no site Coxanautas por alguns anos, em meados dos anos 2000. Fu\u00e7ando meus alfarr\u00e1bios, achei o texto abaixo, escrito em torno de 2005. Acho que o Atletiba de 1968 continua sendo o maior de todos os tempos, mas n\u00e3o tenho tanta certeza assim. Mas que ningu\u00e9m nega que ele foi hist\u00f3rico, acho que ningu\u00e9m nega. _______________________________________________ Qual foi o maior Atletiba de todos os tempos? Foi aquele realizado na noite fria de 28 de agosto de 1968 (o ano, coincidentemente, em que nasci)? Provavelmente. Desde crian\u00e7a, escuto meu pai contar a emo\u00e7\u00e3o de ter assistido \u00e0quele jogo. Ele sempre me fala do frio e da entrada do jogador reserva que marcou o gol de cabe\u00e7a. Aquela partida foi o in\u00edcio da maior s\u00e9rie de vit\u00f3rias em Campeonatos Paranaenses na hist\u00f3ria do Glorioso: 1968, 1969, 1971, 1972, 1973, 1974, 1975, 1976, 1978, 1979. Anteontem, Carneiro Neto se referiu \u00e0quele jogo na Gazeta do Povo: &#8220;Naquele ano, disputou-se o melhor Campeonato Paranaense de todos os tempos, em pontos corridos e com todos os times muito bem-preparados. O gol do t\u00edtulo coxa-branca, marcado por Paulo Vecchio em fria noite na Vila Capanema, entrou para a hist\u00f3ria pela emo\u00e7\u00e3o da hist\u00f3rica conquista no \u00faltimo minuto do cl\u00e1ssico.&#8221; Se Carneiro Neto n\u00e3o chega a assegurar que aquele foi o maior Atletiba de todos, poucas d\u00favidas h\u00e1 \u2013 at\u00e9 hoje \u2013 de que aquele foi o melhor Campeonato Paranaense da Hist\u00f3ria. O campeonato come\u00e7ou turbulento: o Atl\u00e9tico, que tinha ficado em \u00faltimo lugar no ano anterior, simplesmente se recusava a ser rebaixado \u2013 a lei do acesso e descenso come\u00e7ara a vigorar pouco tempo antes. Come\u00e7ou uma luta de bastidores entre o ent\u00e3o presidente atleticano, Jofre Cabral, e o presidente da Federa\u00e7\u00e3o Paranaense de Futebol, Jos\u00e9 Milani. Como forma de fazer press\u00e3o, o presidente rubro-negro contratou grandes jogadores: Bellini (ex-campe\u00e3o mundial de futebol), Dorval (ex-companheiro do Santos de Pel\u00e9), o goleiro Muca e os grandes jogadores Z\u00e9 Roberto e Nilson Borges. Tanto se fez que se conseguiu que tanto Atl\u00e9tico quanto Paranava\u00ed \u2013 primeiro colocado da divis\u00e3o de acesso, na \u00e9poca chamada Primeira Divis\u00e3o (enquanto os principais clubes formavam a Divis\u00e3o Especial) \u2013 tivessem vaga garantida no Campeonato Paranaense de 1968. (Al\u00e9m disso, mais um outro clube foi convidado: o vencedor de um torneio entre os participantes da divis\u00e3o de acesso.) Toda essa movimenta\u00e7\u00e3o fez com que o campeonato pegasse fogo. Segundo as palavras do Professor Francisco Genaro Cardoso, em seu &#8220;Hist\u00f3ria do Futebol Paranaense&#8221; (Federa\u00e7\u00e3o Paranaense de Futebol. 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