{"id":5839,"date":"2025-05-18T14:04:02","date_gmt":"2025-05-18T17:04:02","guid":{"rendered":"https:\/\/fabriciomuller.com.br\/wp\/?p=5839"},"modified":"2025-05-18T14:04:27","modified_gmt":"2025-05-18T17:04:27","slug":"os-melhores-discos-de-todos-os-tempos-um-texto-com-titulo-pomposo-e-irreal-para-qualquer-pessoa-que-nao-seja-eu-mesmo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fabriciomuller.com.br\/wp\/?p=5839","title":{"rendered":"Os melhores discos de todos os tempos &#8211; Um texto com t\u00edtulo pomposo e irreal para qualquer pessoa que n\u00e3o seja eu mesmo"},"content":{"rendered":"<p>Gosto muito de listas, e acabei fazendo mais uma. O t\u00edtulo \u00e9 pomposo e completamente irreal para qualquer pessoa que n\u00e3o seja eu mesmo: \u201cOs dez melhores discos de todos os tempos\u201d. Como escolher s\u00f3 dez entre\u00a0<strong>todas<\/strong>\u00a0as coisas que eu gosto seria uma tarefa dif\u00edcil demais at\u00e9 para mim \u2013 que costumo n\u00e3o ligar muito para as coisas que ficam fora de listas \u2013 meio que me obriguei a estabelecer certas regras para diminuir a quantidade de candidatos.<\/p>\n<p>N\u00e3o poderiam entrar colet\u00e2neas, fossem oficiais ou do Spotify \u2013 o que j\u00e1 diminui bastante o universo pesquisado, pois coisas que eu amo, como Nirvana, Ashley All Day, Mg\u0142a, The Brian Jonestown Massacre, Elliott Smith, Elvis Presley ou XXXTentacion, que quase que s\u00f3 conhe\u00e7o por colet\u00e2neas do Spotify, cairiam fora de cara. N\u00e3o poderia ser m\u00fasica cl\u00e1ssica, estilo que eu quase s\u00f3 escuto em \u00e1lbuns, e que merece uma lista \u00e0 parte. Teriam de ser discos que estou sempre revisitando e que me fazem pensar, antes de escutar: &#8220;<strong>hoje \u00e9 dia de ouvir AQUELE \u00e1lbum<\/strong>&#8220;. N\u00e3o s\u00e3o tantos \u00e1lbuns assim, acabou sendo mais ou menos f\u00e1cil fazer a lista.<\/p>\n<p>Ela segue, por ordem de lembran\u00e7a. Os links s\u00e3o de textos que j\u00e1 escrevi sobre os artistas e\/ou discos em quest\u00e3o.<\/p>\n<ol>\n<li><em><strong>&#8220;Dopethrone&#8221;<\/strong><\/em>, de\u00a0<a href=\"https:\/\/fabriciomuller.com.br\/wp\/?p=1917\" rel=\"nofollow ugc noopener\">Electric Wizard<\/a>\u00a0(2000): s\u00f3 quem j\u00e1 ouviu como cresce a segunda faixa do \u00e1lbum,\u00a0<strong>\u201cFuneralopolis\u201d<\/strong>, nos primeiros minutos, consegue ter ideia do que estou falando. Esta banda de stoner\/doom brit\u00e2nica \u00e9 uma esp\u00e9cie de Black Sabbath da fase Ozzy Osbourne mais pesada, mais lenta, e \u2013 desculpem \u2013 melhor.<\/li>\n<li><em><strong>&#8220;Useless&#8221;<\/strong><\/em>,\u00a0<a href=\"https:\/\/fabriciomuller.com.br\/wp\/?p=2398\" rel=\"nofollow ugc noopener\">Bones<\/a>\u00a0(2016): quando de seu lan\u00e7amento, terminei meu texto sobre esta obra-prima do rapper americano com a seguinte frase bomb\u00e1stica:\u00a0<strong>&#8220;O melhor disco de todos os tempos? Provavelmente.&#8221;<\/strong>\u00a0Fico me perguntando se exagerei naquele texto de 2016. Acho que n\u00e3o.<\/li>\n<li><em><strong>&#8220;Low in High School&#8221;<\/strong><\/em>, de\u00a0<a href=\"https:\/\/fabriciomuller.com.br\/wp\/?tag=morrissey\" rel=\"nofollow ugc noopener\">Morrissey<\/a>\u00a0(2017): s\u00e3o tantas as obras-primas deste disco que fico at\u00e9 meio sem gra\u00e7a de falar a respeito:\u00a0<strong>\u201cMy Love, I&#8217;d Do Anything for You\u201d<\/strong>,\u00a0<strong>\u201cHome Is a Question Mark\u201d<\/strong>,\u00a0<strong>\u201cSpent the Day in Bed\u201d<\/strong>,\u00a0<strong>\u201cIn Your Lap\u201d<\/strong>,\u00a0<strong>\u201cWhen You Open Your Legs\u201d<\/strong>.<\/li>\n<li><em><strong>&#8220;Advaitic Songs&#8221;<\/strong><\/em>, de Om (2012): quando a mo\u00e7a come\u00e7a a cantar uma esp\u00e9cie de mantra na faixa inicial do disco desta banda americana de stoner rock,\u00a0<strong>\u201cAddis\u201d<\/strong>, eu e a\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/valeria.dasilveiramuller?locale=pt_BR\" rel=\"nofollow ugc noopener\">Val\u00e9ria<\/a>\u00a0sabemos que a coisa vai ser s\u00e9ria.<\/li>\n<li><em><strong>&#8220;100th Window&#8221;<\/strong><\/em>, de Massive Attack (2003): eu me sinto viajando quando escuto esta obra-prima da banda de trip hop de Bristol, no Reino Unido. N\u00e3o me conformo que a cr\u00edtica da \u00e9poca \u2013 pelo menos a que eu tive acesso &#8211; achou que\u00a0<em><strong>&#8220;100th Window&#8221;<\/strong><\/em>\u00a0era muito pior que o anterior,\u00a0<em><strong>&#8220;Mezzanine&#8221;<\/strong><\/em>\u00a0(t\u00e1 bom, este \u00e9 uma obra-prima tamb\u00e9m).<\/li>\n<li><em><strong>&#8220;Fold Your Hands Child, You Walk Like a Peasant&#8221;<\/strong><\/em>, de Belle and Sebastian (2000): parece que vou para outra dimens\u00e3o quando escuto o disco inteiro, especialmente\u00a0<strong>\u201cWaiting for the Moon to Rise\u201d<\/strong>, em que Sarah Martin canta que parece um anjo. Tamb\u00e9m foi meio mal-recebido na \u00e9poca por aqui.<\/li>\n<li><em><strong>&#8220;Welcome to the Sky Valley&#8221;<\/strong><\/em>, de Kyuss (2000): at\u00e9 hoje n\u00e3o me conformo de nunca ter escrito uma linha sobre este grupo americano de stoner rock que estou sempre ouvindo, e que originou outras fant\u00e1sticas bandas, como Queens of the Stone Age, Hermano e Fu Manchu. Quando estou meio chateado, \u00e9 s\u00f3 colocar\u00a0<strong>\u201cSupa Scoopa and Mighty Scoop\u201d<\/strong>\u00a0e o inc\u00f4modo desaparece na hora.<\/li>\n<li><em><strong>&#8220;The Velvet Underground &amp; Nico&#8221;<\/strong><\/em>\u00a0(1967): eita:\u00a0<strong>\u201cSunday Morning\u201d<\/strong>,\u00a0<strong>\u201cI&#8217;m Waiting For The Man\u201d<\/strong>,\u00a0<strong>\u201cVenus in Furs\u201d<\/strong>,\u00a0<strong>\u201cRun Run Run\u201d<\/strong>,\u00a0<strong>\u201cHeroin\u201d<\/strong>,\u00a0<strong>\u201cI&#8217;ll Be Your Mirror\u201d<\/strong>,\u00a0<strong>\u201cEuropean Son\u201d<\/strong>: tem vanguarda, tem do\u00e7ura, tem melodia, tem coisa estranha, e tem um talento infinito.<\/li>\n<li><em><strong>&#8220;In Washington D.C. 1956 Volume Four&#8221;<\/strong><\/em>, de Lester Young (1956): \u00fanico disco de jazz da lista, sobre o qual j\u00e1 falei\u00a0<a href=\"https:\/\/fabriciomuller.com.br\/wp\/?p=5300\" rel=\"nofollow ugc noopener\">aqui<\/a>. J\u00e1 nos primeiros acordes sou transportado para meu quarto de solteiro, na casa dos meus pais \u2013 uma rara reca\u00edda de saudosismo. Mas o disco sobrevive \u2013 e bem \u2013 sem isso.<\/li>\n<li><em><strong>&#8220;Starboy&#8221;,<\/strong><\/em>\u00a0de\u00a0<a href=\"https:\/\/fabriciomuller.com.br\/wp\/?tag=the-weeknd\" rel=\"nofollow ugc noopener\">The Weeknd<\/a>\u00a0(2016): quando come\u00e7a aquela batida louca criada pelo Daft Punk em &#8220;Starboy&#8221;, eu, a Valeria e a\u00a0<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/psi.teresa\/\" rel=\"nofollow ugc noopener\">Teresa<\/a>\u00a0sabemos que a coisa vai ser s\u00e9ria. E tem\u00a0<strong>\u201c<a href=\"https:\/\/fabriciomuller.com.br\/wp\/?p=3404\" rel=\"nofollow ugc noopener\">Reminder<\/a>\u201d<\/strong>. Precisa mais? Nem precisaria, mas tem:\u00a0<strong>\u201cParty Monster\u201d<\/strong>,\u00a0<strong>\u201cSix Feet Under\u201d<\/strong>,\u00a0<strong>\u201cNothing Without You\u201d<\/strong>,\u00a0<strong>\u201cOrdinary Life\u201d<\/strong>,\u00a0<strong>\u201cI Feel It Coming\u201d<\/strong>\u00a0(tamb\u00e9m com Daft Punk).<\/li>\n<\/ol>\n<p>***<\/p>\n<p>Quem estiver interessado em receber meus textos semanalmente, clique <a href=\"https:\/\/open.substack.com\/pub\/fabriciomuller\/p\/os-melhores-discos-de-todos-os-tempos?r=2m0pd&amp;utm_campaign=post&amp;utm_medium=web&amp;showWelcomeOnShare=true\">aqui<\/a> e cadastre seu e-mail.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Gosto muito de listas, e acabei fazendo mais uma. O t\u00edtulo \u00e9 pomposo e completamente irreal para qualquer pessoa que n\u00e3o seja eu mesmo: \u201cOs dez melhores discos de todos os tempos\u201d. Como escolher s\u00f3 dez entre\u00a0todas\u00a0as coisas que eu gosto seria uma tarefa dif\u00edcil demais at\u00e9 para mim \u2013 que costumo n\u00e3o ligar muito para as coisas que ficam fora de listas \u2013 meio que me obriguei a estabelecer certas regras para diminuir a quantidade de candidatos. N\u00e3o poderiam entrar colet\u00e2neas, fossem oficiais ou do Spotify \u2013 o que j\u00e1 diminui bastante o universo pesquisado, pois coisas que eu amo, como Nirvana, Ashley All Day, Mg\u0142a, The Brian Jonestown Massacre, Elliott Smith, Elvis Presley ou XXXTentacion, que quase que s\u00f3 conhe\u00e7o por colet\u00e2neas do Spotify, cairiam fora de cara. N\u00e3o poderia ser m\u00fasica cl\u00e1ssica, estilo que eu quase s\u00f3 escuto em \u00e1lbuns, e que merece uma lista \u00e0 parte. Teriam de ser discos que estou sempre revisitando e que me fazem pensar, antes de escutar: &#8220;hoje \u00e9 dia de ouvir AQUELE \u00e1lbum&#8220;. N\u00e3o s\u00e3o tantos \u00e1lbuns assim, acabou sendo mais ou menos f\u00e1cil fazer a lista. Ela segue, por ordem de lembran\u00e7a. Os links s\u00e3o de textos que j\u00e1 escrevi sobre os artistas e\/ou discos em quest\u00e3o. &#8220;Dopethrone&#8221;, de\u00a0Electric Wizard\u00a0(2000): s\u00f3 quem j\u00e1 ouviu como cresce a segunda faixa do \u00e1lbum,\u00a0\u201cFuneralopolis\u201d, nos primeiros minutos, consegue ter ideia do que estou falando. Esta banda de stoner\/doom brit\u00e2nica \u00e9 uma esp\u00e9cie de Black Sabbath da fase Ozzy Osbourne mais pesada, mais lenta, e \u2013 desculpem \u2013 melhor. &#8220;Useless&#8221;,\u00a0Bones\u00a0(2016): quando de seu lan\u00e7amento, terminei meu texto sobre esta obra-prima do rapper americano com a seguinte frase bomb\u00e1stica:\u00a0&#8220;O melhor disco de todos os tempos? Provavelmente.&#8221;\u00a0Fico me perguntando se exagerei naquele texto de 2016. Acho que n\u00e3o. &#8220;Low in High School&#8221;, de\u00a0Morrissey\u00a0(2017): s\u00e3o tantas as obras-primas deste disco que fico at\u00e9 meio sem gra\u00e7a de falar a respeito:\u00a0\u201cMy Love, I&#8217;d Do Anything for You\u201d,\u00a0\u201cHome Is a Question Mark\u201d,\u00a0\u201cSpent the Day in Bed\u201d,\u00a0\u201cIn Your Lap\u201d,\u00a0\u201cWhen You Open Your Legs\u201d. &#8220;Advaitic Songs&#8221;, de Om (2012): quando a mo\u00e7a come\u00e7a a cantar uma esp\u00e9cie de mantra na faixa inicial do disco desta banda americana de stoner rock,\u00a0\u201cAddis\u201d, eu e a\u00a0Val\u00e9ria\u00a0sabemos que a coisa vai ser s\u00e9ria. &#8220;100th Window&#8221;, de Massive Attack (2003): eu me sinto viajando quando escuto esta obra-prima da banda de trip hop de Bristol, no Reino Unido. N\u00e3o me conformo que a cr\u00edtica da \u00e9poca \u2013 pelo menos a que eu tive acesso &#8211; achou que\u00a0&#8220;100th Window&#8221;\u00a0era muito pior que o anterior,\u00a0&#8220;Mezzanine&#8221;\u00a0(t\u00e1 bom, este \u00e9 uma obra-prima tamb\u00e9m). &#8220;Fold Your Hands Child, You Walk Like a Peasant&#8221;, de Belle and Sebastian (2000): parece que vou para outra dimens\u00e3o quando escuto o disco inteiro, especialmente\u00a0\u201cWaiting for the Moon to Rise\u201d, em que Sarah Martin canta que parece um anjo. Tamb\u00e9m foi meio mal-recebido na \u00e9poca por aqui. &#8220;Welcome to the Sky Valley&#8221;, de Kyuss (2000): at\u00e9 hoje n\u00e3o me conformo de nunca ter escrito uma linha sobre este grupo americano de stoner rock que estou sempre ouvindo, e que originou outras fant\u00e1sticas bandas, como Queens of the Stone Age, Hermano e Fu Manchu. Quando estou meio chateado, \u00e9 s\u00f3 colocar\u00a0\u201cSupa Scoopa and Mighty Scoop\u201d\u00a0e o inc\u00f4modo desaparece na hora. &#8220;The Velvet Underground &amp; Nico&#8221;\u00a0(1967): eita:\u00a0\u201cSunday Morning\u201d,\u00a0\u201cI&#8217;m Waiting For The Man\u201d,\u00a0\u201cVenus in Furs\u201d,\u00a0\u201cRun Run Run\u201d,\u00a0\u201cHeroin\u201d,\u00a0\u201cI&#8217;ll Be Your Mirror\u201d,\u00a0\u201cEuropean Son\u201d: tem vanguarda, tem do\u00e7ura, tem melodia, tem coisa estranha, e tem um talento infinito. &#8220;In Washington D.C. 1956 Volume Four&#8221;, de Lester Young (1956): \u00fanico disco de jazz da lista, sobre o qual j\u00e1 falei\u00a0aqui. J\u00e1 nos primeiros acordes sou transportado para meu quarto de solteiro, na casa dos meus pais \u2013 uma rara reca\u00edda de saudosismo. Mas o disco sobrevive \u2013 e bem \u2013 sem isso. &#8220;Starboy&#8221;,\u00a0de\u00a0The Weeknd\u00a0(2016): quando come\u00e7a aquela batida louca criada pelo Daft Punk em &#8220;Starboy&#8221;, eu, a Valeria e a\u00a0Teresa\u00a0sabemos que a coisa vai ser s\u00e9ria. E tem\u00a0\u201cReminder\u201d. Precisa mais? Nem precisaria, mas tem:\u00a0\u201cParty Monster\u201d,\u00a0\u201cSix Feet Under\u201d,\u00a0\u201cNothing Without You\u201d,\u00a0\u201cOrdinary Life\u201d,\u00a0\u201cI Feel It Coming\u201d\u00a0(tamb\u00e9m com Daft Punk). *** Quem estiver interessado em receber meus textos semanalmente, clique aqui e cadastre seu e-mail.<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":5841,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"image","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[969,84,242,970,862,280,780,81,968,971,451,588],"class_list":["post-5839","post","type-post","status-publish","format-image","has-post-thumbnail","hentry","category-musica","tag-belle-and-sebastian","tag-bones","tag-electric-wizard","tag-kyuss","tag-lester-young","tag-listas","tag-massive-attack","tag-morrissey","tag-om","tag-the-velvet-underground-nico","tag-the-weeknd","tag-velvet-underground","post_format-post-format-image"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fabriciomuller.com.br\/wp\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/5839","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/fabriciomuller.com.br\/wp\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/fabriciomuller.com.br\/wp\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fabriciomuller.com.br\/wp\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fabriciomuller.com.br\/wp\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=5839"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/fabriciomuller.com.br\/wp\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/5839\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5843,"href":"https:\/\/fabriciomuller.com.br\/wp\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/5839\/revisions\/5843"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fabriciomuller.com.br\/wp\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/5841"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fabriciomuller.com.br\/wp\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=5839"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/fabriciomuller.com.br\/wp\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=5839"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/fabriciomuller.com.br\/wp\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=5839"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}