{"id":4806,"date":"2021-06-13T13:12:13","date_gmt":"2021-06-13T16:12:13","guid":{"rendered":"https:\/\/fabriciomuller.com.br\/wp\/?p=4806"},"modified":"2021-06-13T23:33:47","modified_gmt":"2021-06-14T02:33:47","slug":"vernonia-de-william-kennedy","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fabriciomuller.com.br\/wp\/?p=4806","title":{"rendered":"&#8220;Vern\u00f4nia&#8221;, de William Kennedy"},"content":{"rendered":"<p>Eu lembro, nos anos 1980, o quanto eu tinha gostado de \u201cVern\u00f4nia\u201d, do escritor americano William Kennedy (Francisco Alves, 239 p\u00e1ginas, tradu\u00e7\u00e3o de Sonia Botelho), e resolvi recentemente reler o romance, do qual lembrava muito pouco. Al\u00e9m de sucesso de cr\u00edtica na \u00e9poca &#8211; ganhou o Pr\u00eamio Pulitzer de fic\u00e7\u00e3o em 1984 -, o livro teve sua vers\u00e3o cinematogr\u00e1fica lan\u00e7ada em 1987, chamada por aqui pelo t\u00edtulo original \u201cIronweed\u201d, dirigida por Hector Babenco, com Jack Nicholson e Meryl Streep nos pap\u00e9is principais.<\/p>\n<p>\u201cVern\u00f4nia\u201d, cuja primeira edi\u00e7\u00e3o \u00e9 de 1983, conta a hist\u00f3ria de dois mendigos nos anos 1930, Francis Phelan, e sua namorada \u2013 ou coisa parecida \u2013 Helen. Os dois poderiam ter tido outro destino: ele tinha sido jogador de beisebol profissional, ela tinha sido cantora, tendo inclusive estudado em conservat\u00f3rios &#8211; mas tanto o alcoolismo quanto a Crise de 29 acabou levando os dois para a mendic\u00e2ncia. Al\u00e9m disso, Francis teve problemas particulares muito s\u00e9rios, que voltam frequentemente \u00e0 sua mem\u00f3ria.<\/p>\n<p>Na releitura, \u201cVern\u00f4nia\u201d me pareceu um livro mais meloso do que po\u00e9tico, decepcionante enfim. Ser\u00e1 que n\u00e3o sou s\u00f3 eu que tenho essa opini\u00e3o e \u00e9 por isso que quando fui procurar sobre o romance e seu autor em arquivos online de jornais e na internet eu n\u00e3o achei quase nada?<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Eu lembro, nos anos 1980, o quanto eu tinha gostado de \u201cVern\u00f4nia\u201d, do escritor americano William Kennedy (Francisco Alves, 239 p\u00e1ginas, tradu\u00e7\u00e3o de Sonia Botelho), e resolvi recentemente reler o romance, do qual lembrava muito pouco. Al\u00e9m de sucesso de cr\u00edtica na \u00e9poca &#8211; ganhou o Pr\u00eamio Pulitzer de fic\u00e7\u00e3o em 1984 -, o livro teve sua vers\u00e3o cinematogr\u00e1fica lan\u00e7ada em 1987, chamada por aqui pelo t\u00edtulo original \u201cIronweed\u201d, dirigida por Hector Babenco, com Jack Nicholson e Meryl Streep nos pap\u00e9is principais. \u201cVern\u00f4nia\u201d, cuja primeira edi\u00e7\u00e3o \u00e9 de 1983, conta a hist\u00f3ria de dois mendigos nos anos 1930, Francis Phelan, e sua namorada \u2013 ou coisa parecida \u2013 Helen. Os dois poderiam ter tido outro destino: ele tinha sido jogador de beisebol profissional, ela tinha sido cantora, tendo inclusive estudado em conservat\u00f3rios &#8211; mas tanto o alcoolismo quanto a Crise de 29 acabou levando os dois para a mendic\u00e2ncia. Al\u00e9m disso, Francis teve problemas particulares muito s\u00e9rios, que voltam frequentemente \u00e0 sua mem\u00f3ria. Na releitura, \u201cVern\u00f4nia\u201d me pareceu um livro mais meloso do que po\u00e9tico, decepcionante enfim. Ser\u00e1 que n\u00e3o sou s\u00f3 eu que tenho essa opini\u00e3o e \u00e9 por isso que quando fui procurar sobre o romance e seu autor em arquivos online de jornais e na internet eu n\u00e3o achei quase nada?<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":4807,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"image","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[36],"tags":[734,735,736],"class_list":["post-4806","post","type-post","status-publish","format-image","has-post-thumbnail","hentry","category-literatura","tag-ironweed","tag-vernonia","tag-william-kennedy","post_format-post-format-image"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fabriciomuller.com.br\/wp\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/4806","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/fabriciomuller.com.br\/wp\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/fabriciomuller.com.br\/wp\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fabriciomuller.com.br\/wp\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fabriciomuller.com.br\/wp\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=4806"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/fabriciomuller.com.br\/wp\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/4806\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4811,"href":"https:\/\/fabriciomuller.com.br\/wp\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/4806\/revisions\/4811"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fabriciomuller.com.br\/wp\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/4807"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fabriciomuller.com.br\/wp\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=4806"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/fabriciomuller.com.br\/wp\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=4806"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/fabriciomuller.com.br\/wp\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=4806"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}