{"id":4293,"date":"2020-01-08T22:22:41","date_gmt":"2020-01-09T01:22:41","guid":{"rendered":"https:\/\/fabriciomuller.com.br\/wp\/?p=4293"},"modified":"2020-01-09T12:04:25","modified_gmt":"2020-01-09T15:04:25","slug":"as-melhores-musicas-de-todos-os-tempos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fabriciomuller.com.br\/wp\/?p=4293","title":{"rendered":"As melhores m\u00fasicas de todos os tempos"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"900\" height=\"900\" src=\"https:\/\/fabriciomuller.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/28941147424.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4294\" srcset=\"https:\/\/fabriciomuller.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/28941147424.jpg 900w, https:\/\/fabriciomuller.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/28941147424-150x150.jpg 150w, https:\/\/fabriciomuller.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/28941147424-300x300.jpg 300w, https:\/\/fabriciomuller.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/28941147424-768x768.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 900px) 100vw, 900px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c9 engra\u00e7ado ouvir novamente uma m\u00fasica que voc\u00ea gostava muito depois \nde alguns meses, ou anos, sem ouvir: a experi\u00eancia pode ser emocionante,\n ou frustrante. No caso de \u201cNew Rules\u201d, grande sucesso de Dua Lipa que \nest\u00e1 chegando em dois bilh\u00f5es de visualiza\u00e7\u00f5es no YouTube, a surpresa \nfoi fant\u00e1stica: ela era ainda muito melhor do que eu lembrava, um \nverdadeiro cl\u00e1ssico moderno.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A experi\u00eancia de ouvir de novo \u201cNew  Rules\u201d me fez imaginar este texto, chamado pomposa e falsamente de \u201cAs  melhores m\u00fasicas de todos os tempos\u201d, e fiquei pensando numa nova lista  de m\u00fasicas preferidas \u2013 sim, eu amo listas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Durante muitos anos  eu dizia para todo o mundo que a minha m\u00fasica preferida era o \u00faltimo  movimento do ciclo de \u201cA can\u00e7\u00e3o da terra\u201d, de Gustav Mahler, chamado de  \u201cO Adeus\u201d (Der Abschied). A edi\u00e7\u00e3o que eu tinha, ainda em vinil, era com  a Jessie Norman como solista deste incr\u00edvel lied sinf\u00f4nico \u2013 triste,  lento e poderoso \u2013 com a London Symphony Orchestra regida por Sir Colin  Davis. Lembro como se fosse hoje que fiquei uns quarenta minutos na loja  me perguntando por que eu queria comprar este disco s\u00f3 pela capa \u2013 que \u00e9  linda mesmo, como se pode ver pela imagem que acompanha este texto.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">J\u00e1 tinha tentado gostar de Nick Drake, indicado por um conhecido, mas  s\u00f3 quando ouvi \u201cDay is done\u201d compartilhado pelo meu amigo <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/arthurvc?__tn__=%2CdK-R-R&amp;eid=ARCva9VcIaANuOo8Bdehz_cWGvA8gF0CFG1EMZQ54835cmd4l_WOyzIofJdpXIIxMYk5JR9UI2qYq_M8&amp;fref=mentions\">Arthur Vicente Cordeiro<\/a>  entendi por que este cantor que n\u00e3o fez sucesso em vida, mas que \u00e9  adorado hoje, \u00e9 t\u00e3o bom. Eu ouvia sem parar a faixa achando que iria  parar de gostar dela \u2013 eu j\u00e1 tinha tentado gostar de Nick Drake, n\u00e9 \u2013  mas nunca rolou de eu deixar de amar &#8220;Day is done&#8221;, at\u00e9 hoje.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Postei recentemente que \u201cYou know you\u2019re right\u201d, do Nirvana, era minha  m\u00fasica preferida, ent\u00e3o ela tem que ser citada aqui. Antes dela, minha  preferida era \u201cBoxers\u201d, de Morrissey, tamb\u00e9m lembrada. Sou meio obrigado  a colocar Ashley All Day em qualquer lista que eu fa\u00e7a, e \u201cObsessed\u201d,  com Kiiara, \u00e9 a lembrada da vez.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201crockstar\u201d, com Post Malone e 21  Savage, \u00e9 outro sucesso monstruoso na linha de \u201cNew Rules\u201d &#8211; com todo  merecimento, ali\u00e1s. O videoclipe da can\u00e7\u00e3o, cheio de sangue  assumidamente falso, \u00e9 outro cl\u00e1ssico.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Lembro como se fosse hoje  do choque que tive ao ouvir o in\u00edcio de \u201cCtrAltDelete\u201d, de Bones, que,  sem exagero, se repete a cada nova ouvida desta maravilha \u2013 um caso raro  de cl\u00e1ssico instant\u00e2neo do Elmo que n\u00e3o tem videoclipe. Ainda no  assunto \u201cexagero\u201d, confesso que lacrimejei diversas vezes ouvindo a \u00e1ria  \u201cAch, mein Sinn\u201d, da Paix\u00e3o Segundo S\u00e3o Jo\u00e3o de Johann Sebastian Bach.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Finalmente, \u201cOh yeah\u201d, do Roxy Music, \u00e9 a \u201cnossa m\u00fasica\u201d, minha e da <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/valeria.dasilveiramuller?__tn__=%2CdK-R-R&amp;eid=ARAvLNccs65P8d_smtWIVu1bxiyqUMxn__r5F95Sl-TtZgHdCTavId6SnLG-COSYM3BAayFXUe5uteA7&amp;fref=mentions\">Val\u00e9ria M\u00fcller<\/a>, a quem eu amo exageradamente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Haha, ficou brega esse final. N\u00e3o pelo exagero do amor, mas \u201cnossa m\u00fasica\u201d \u00e9 coisa de gente brega.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Aqui est\u00e1 o link para a playlist no Spotify: <a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/playlist\/5Zz91ZHuYgezfzLOc8QuIQ?si=qPO0EdStTZC-xfTUiDXhDw\">https:\/\/open.spotify.com\/playlist\/5Zz91ZHuYgezfzLOc8QuIQ?si=qPO0EdStTZC-xfTUiDXhDw<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c9 engra\u00e7ado ouvir novamente uma m\u00fasica que voc\u00ea gostava muito depois de alguns meses, ou anos, sem ouvir: a experi\u00eancia pode ser emocionante, ou frustrante. No caso de \u201cNew Rules\u201d, grande sucesso de Dua Lipa que est\u00e1 chegando em dois bilh\u00f5es de visualiza\u00e7\u00f5es no YouTube, a surpresa foi fant\u00e1stica: ela era ainda muito melhor do que eu lembrava, um verdadeiro cl\u00e1ssico moderno. 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J\u00e1 tinha tentado gostar de Nick Drake, indicado por um conhecido, mas s\u00f3 quando ouvi \u201cDay is done\u201d compartilhado pelo meu amigo Arthur Vicente Cordeiro entendi por que este cantor que n\u00e3o fez sucesso em vida, mas que \u00e9 adorado hoje, \u00e9 t\u00e3o bom. Eu ouvia sem parar a faixa achando que iria parar de gostar dela \u2013 eu j\u00e1 tinha tentado gostar de Nick Drake, n\u00e9 \u2013 mas nunca rolou de eu deixar de amar &#8220;Day is done&#8221;, at\u00e9 hoje. Postei recentemente que \u201cYou know you\u2019re right\u201d, do Nirvana, era minha m\u00fasica preferida, ent\u00e3o ela tem que ser citada aqui. Antes dela, minha preferida era \u201cBoxers\u201d, de Morrissey, tamb\u00e9m lembrada. Sou meio obrigado a colocar Ashley All Day em qualquer lista que eu fa\u00e7a, e \u201cObsessed\u201d, com Kiiara, \u00e9 a lembrada da vez. \u201crockstar\u201d, com Post Malone e 21 Savage, \u00e9 outro sucesso monstruoso na linha de \u201cNew Rules\u201d &#8211; com todo merecimento, ali\u00e1s. O videoclipe da can\u00e7\u00e3o, cheio de sangue assumidamente falso, \u00e9 outro cl\u00e1ssico. Lembro como se fosse hoje do choque que tive ao ouvir o in\u00edcio de \u201cCtrAltDelete\u201d, de Bones, que, sem exagero, se repete a cada nova ouvida desta maravilha \u2013 um caso raro de cl\u00e1ssico instant\u00e2neo do Elmo que n\u00e3o tem videoclipe. Ainda no assunto \u201cexagero\u201d, confesso que lacrimejei diversas vezes ouvindo a \u00e1ria \u201cAch, mein Sinn\u201d, da Paix\u00e3o Segundo S\u00e3o Jo\u00e3o de Johann Sebastian Bach. 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