{"id":1474,"date":"2015-08-17T21:52:49","date_gmt":"2015-08-17T21:52:49","guid":{"rendered":"http:\/\/fabriciomuller.com.br\/wp\/?p=1474"},"modified":"2015-07-25T21:58:56","modified_gmt":"2015-07-25T21:58:56","slug":"discografia-smiths","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fabriciomuller.com.br\/wp\/?p=1474","title":{"rendered":"Discografia &#8211; Smiths"},"content":{"rendered":"<p><strong><em>The Smiths<\/em> (1983):<\/strong> O disco de estr\u00e9ia, apesar de ainda soar um pouco estranho por causa da baixa qualidade de grava\u00e7\u00e3o, obteve impacto enorme \u2013 n\u00e3o \u00e0 toa que a imediatista imprensa inglesa at\u00e9 hoje procura desesperadamente por novos Smiths. As duas melhores m\u00fasicas s\u00e3o a aterrorizante &#8220;Suffer Little Children&#8221; e a can\u00e7\u00e3o de ninar &#8220;The Hand That Rocks The Cradle&#8221;. Ainda tem mais: &#8220;Hand In Glove&#8221;, &#8220;Reel Around The Fountain&#8221;, &#8220;What Difference Does It Make?&#8221; tornaram-se cl\u00e1ssicos. <!--more--><\/p>\n<p><strong><em>Meat Is Murder<\/em> (1984):<\/strong> O primeiro grande sucesso comercial do grupo \u00e9 um disco ao mesmo tempo mais leve e mais pol\u00edtico que o anterior. A melhor m\u00fasica \u00e9 &#8220;Well I Wonder&#8221;. E, mesmo n\u00e3o sendo vegetariano, voc\u00ea vai se emocionar com &#8220;Meat Is Murder&#8221; \u2013 que Morrissey cantou em grande parte dos shows das recentes turn\u00eas.<\/p>\n<p><strong><em>Hatful Of Hollow<\/em> (1985):<\/strong> Misto de sobras de est\u00fadio e novos lan\u00e7amentos, este disco inicia uma das manias recorrentes em toda a carreira de Morrissey: a inser\u00e7\u00e3o de faixas que j\u00e1 haviam sido lan\u00e7adas em \u00e1lbuns e compactos anteriores. Os destaques s\u00e3o dois riffs inesquec\u00edveis de Johnny Marr: &#8220;How Soon Is Now?&#8221; (provavelmente a m\u00fasica mais pesada da hist\u00f3ria dos Smiths) e &#8220;This Charming Man&#8221;. Grandes destaques tamb\u00e9m s\u00e3o a bel\u00edssima &#8220;Please Please Let Me Get What I Want&#8221; e a complexa&#8221;Girl Afraid&#8221;.<\/p>\n<p><strong><em>The Queen Is Dead<\/em> (1986):<\/strong> Considerado por muita gente um dos melhores discos de todos os tempos, este \u00e9 um \u00e1lbum exuberante, virulento e debochado. As principais faixas s\u00e3o a pungente &#8220;I Know It&#8217;s Over&#8221;, as emocionantes &#8220;There Is A Light That Never Goes Out&#8221; e &#8220;The Boy With The Thorn In His Side&#8221; mais a ir\u00f4nica &#8220;Bighmouth Strikes Again&#8221;.<\/p>\n<p><strong><em>The World Won&#8217;t Listen<\/em> (1987):<\/strong> Colet\u00e2nea com muitas m\u00fasicas que aparecem em outros \u00e1lbuns. A \u00fanica realmente in\u00e9dita \u00e9 a instrumental &#8220;Money Changes Everything&#8221;. Aqui est\u00e3o dois <em>singles<\/em> de sucesso recente: \u201cAsk\u201d e \u201cPanic\u201d.<\/p>\n<p><strong><em>Louder Than Bombs<\/em> (1987):<\/strong> Feita para o mercado americano, esta colet\u00e2nea \u00e9 quase uma c\u00f3pia de <em>Hatful Of Hollow<\/em> e <em>The World Won&#8217;t Listen<\/em>, mas tem mais m\u00fasicas que ambos. Da beleza da trinca &#8220;Half a Person&#8221;, &#8220;Rubber Ring&#8221; e &#8220;Asleep&#8221; \u00e0 alegria de &#8220;Sheila Take A Bow&#8221;, passando pelo deboche de &#8220;Sweet And Tender Hooligan&#8221;, este \u00e9 o melhor conjunto de m\u00fasicas em disco dos Smiths.<\/p>\n<p><strong><em>Strangeways, Here We Come<\/em> (1987):<\/strong> O \u00faltimo \u00e1lbum dos Smiths tem uma sonoridade completamente diferente dos anteriores. \u00c9 mais parecido com a carreira solo de Morrissey (tem at\u00e9 o mesmo produtor, Stephen Street). Esta edi\u00e7\u00e3o do <strong>Bacana<\/strong> tem mais informa\u00e7\u00f5es sobre ele.<\/p>\n<p><strong><em>Rank<\/em> (1988):<\/strong> Disco ao vivo lan\u00e7ado depois do fim dos Smiths, com algumas can\u00e7\u00f5es executadas com bem mais peso que nas vers\u00f5es de est\u00fadio.<\/p>\n<p><strong><em>The Best Of Smiths &#8211; Vol. 1 e 2<\/em> (1992):<\/strong> Estas duas compila\u00e7\u00f5es ainda podem ser encontradas em praticamente qualquer loja de discos no Brasil. A sele\u00e7\u00e3o, ao que parece, foi feita pelo pr\u00f3prio Morrissey.<\/p>\n<p><strong><em>Singles<\/em> (1995):<\/strong> Traz todos os lados A dos singles dos Smiths. A quantidade e a extens\u00e3o da compila\u00e7\u00e3o (18 m\u00fasicas de todas as fases do grupo) \u00e9 ideal para dar de presente para algu\u00e9m que ainda n\u00e3o conhe\u00e7a a banda.<\/p>\n<p><strong><em>The Very Best Of Smiths<\/em> (2001):<\/strong> Colet\u00e2nea ca\u00e7a-n\u00edqueis lan\u00e7ada pela gravadora. Tanto a capa rid\u00edcula (que tenta ter o estilo das dos Smiths mas n\u00e3o consegue) quanto os erros prim\u00e1rios na impress\u00e3o da contracapa fizeram com que o pr\u00f3prio Morrissey recomendasse aos f\u00e3s que n\u00e3o comprassem o disco.<\/p>\n<p><em>(publicado no <a href=\"http:\/\/www.mondobacana.com\/edicao-14-smiths\/especial-smiths.html\">Mondo Bacana<\/a> no in\u00edcio dos anos 2000)<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>The Smiths (1983): O disco de estr\u00e9ia, apesar de ainda soar um pouco estranho por causa da baixa qualidade de grava\u00e7\u00e3o, obteve impacto enorme \u2013 n\u00e3o \u00e0 toa que a imediatista imprensa inglesa at\u00e9 hoje procura desesperadamente por novos Smiths. As duas melhores m\u00fasicas s\u00e3o a aterrorizante &#8220;Suffer Little Children&#8221; e a can\u00e7\u00e3o de ninar &#8220;The Hand That Rocks The Cradle&#8221;. 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