janeiro 2016

Engenharia
Dois artigos de cartografia
31 de janeiro de 2016 at 13:17 0

Clicando nos botões abaixo você pode baixar os artigos "Precisão no cálculo de áreas planas por perfilamento a laser 1: quantidade de pontos por m² para a geração do MDT" e "Precisão no cálculo de áreas planas por perfilamento a laser 2: avaliação da precisão planimétrica e altimétrica de cada ponto", que escrevi com Anderson Roberto da Silva, Roberto Eugenio Bertol e Simone Montenegro Kraemer. Os arquivos foram apresentados no  Simpósio Regional de Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto - GEONORDESTE 2014, realizado em Aracaju, Brasil, de 18 a 21 de novembro de 2014.

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Bones: “SoThereWeStood” e “YouShouldHaveSeenYourFace”
Música
Bones: “SoThereWeStood” e “YouShouldHaveSeenYourFace”
29 de janeiro de 2016 at 01:03 0
Lançados com quatro meses de intervalo em 20015, respectivamente em fevereiro e maio, “SoThereWeStood" e “YouShouldHaveSeenYourFace” são dois EPs com seis faixas (curtas, como sempre no caso de Bones) cada um. Outro ponto em comum é que cada um dos discos tem apenas um videoclipe: “Ribs”, de “YouShouldHaveSeenYourFace”, é uma daquelas músicas sensacionais de Bones na linha de “Corduroy” (de “Garbage”) ou “Sixteen” (de “Deadboy”), e mostra o rapper estranhamente iluminado numa floresta escura (pena que a música seja tão curta, até para os padrões dele); “Sodium”, de “SoThereWeStood", é quase tão boa quanto, e mostra imagens de Bones em vários lugares e situações em tomadas rapidíssimas: seria só confuso, não fosse o talento do rapper na criação de videoclipes. (mais…)
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“Juventude”, de J.M.Coetzee; “Primeiro amor”, de Ivan Turguêniev
Literatura
“Juventude”, de J.M.Coetzee; “Primeiro amor”, de Ivan Turguêniev
25 de janeiro de 2016 at 21:30 0
Dois romances curtos que li recentemente tratam de um dos assuntos mais caros à literatura, os anos de juventude. (mais…)
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“Esta letra é uma lição de vida”
Música
“Esta letra é uma lição de vida”
22 de janeiro de 2016 at 08:24 0
O título desta coluna foi o comentário de um tio (de quem eu gostava muito, por sinal) a respeito da letra de Imagine, de John Lennon.
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Meu primeiro texto na internet
Impressões
Meu primeiro texto na internet
20 de janeiro de 2016 at 08:36 0
30-5-2001... nossa! meu diário na internet. (mais…)
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Meu primeiro texto sobre o Morrissey na internet
Música
Meu primeiro texto sobre o Morrissey na internet
19 de janeiro de 2016 at 11:39 0
Acabei de ler um texto de um skatista cabeludo e tal, fã do Morrissey, e que encontrou o Homem num bar, pediu pra tirar uma foto e acabou declarando seu amor pelo meu ídolo. “I love you” foram as palavras do skatista para o Morrissey... isto mesmo! no final o cara, que parece ser meio simples demais, fica se perguntando como ele mesmo pôde declarar seu amor por outro cara! Ele diz que isto não é uma coisa que um homem diga pra outro... Como fã do Morrissey eu mesmo e heterossexual tal qual o skatista, fiquei aqui me perguntando que poder é este que o Morrissey tem de fazer como que tantos homens, gays ou não, o amem. (mais…)
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“Meu nome é vermelho”, de Orhan Pamuk
Literatura
“Meu nome é vermelho”, de Orhan Pamuk
18 de janeiro de 2016 at 02:28 0
Romance de um Prêmio Nobel sobre um período histórico fascinante e escrito com uma técnica literária brilhante, “Meu nome é vermelho”, de Orhan Pamuk, infelizmente não é a obra-prima que parecia ser. A história se passa na Turquia do século XVI e conta a história de uma série de miniaturistas que recebem uma encomenda importante e secreta do sultão em comemoração ao primeiro milênio da fuga do Profeta Muhammad para a Meca: um livro de exaltação à riqueza do Império Otomano. O sultão pede que o livro seja feito segundo as técnicas de perspectiva renascentistas. Como isto vai de encontro à tradição otomana, vários mestres miniaturistas (como o Mestre Osman) se revoltam contra o pedido do sultão e contra os aqueles que estão trabalhando na obra - como o personagem chamado Tio. Este é pai de Shekure, uma moça belíssima que faz com que boa parte dos homens que se aproximem dela acabem se apaixonando. Quando ocorrem os acontecimentos narrados em “Meu nome é vermelho”, o marido de Shekure está já desaparecido há quatro anos, depois de ter partido para a guerra, e já é dado como morto. O irmão deste, Hassan, quer que ela se case com ele, mas o coração da moça se divide entre o cunhado e o personagem Negro Efêndi, rapaz que voltou de uma viagem longa e é apaixonado por Shekure desde a adolescência. (mais…)
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