Literatura

Crítica de Um amor como nenhum outro na Devorando Livros
Literatura
Crítica de Um amor como nenhum outro na Devorando Livros
21 de agosto de 2017 at 01:26 0
"Em tempos de tanta pirotecnia literária, a simplicidade de um bom texto a contar uma boa história é cativante. Mais ainda quando se trata do romance inaugural de um escritor cujas pretensões literárias parecem modestas, mas deveriam ser bem maiores. Um amor como nenhum outro é o romance de estreia de Fabrício Muller, que sucintamente se apresenta na orelha do livro como engenheiro de formação, mestre em Engenharia Hidráulica, que se lança na literatura de ficção com esta pequena preciosidade. Falo com entusiasmo, pois há tempos não lia um romance de formação que me prendesse a ponto de mergulhar em suas cento e vinte e cinco páginas e vencê-las em um só fôlego."
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“Um amor como nenhum outro”, crítica n’A Escotilha
Literatura
“Um amor como nenhum outro”, crítica n’A Escotilha
11 de agosto de 2017 at 11:36 0
"Quem foi adolescente na década perdida, ou nos anos seguintes, pode cair na tentação de se identificar e, com certeza, vai se encontrar como peça no jogo criado por Fabricio Muller, um ardiloso experimento sobre os pequenos fracassos que nos fazem mais fortes."
Você pode ler a crítica de Jonatan Silva sobre meu livro de estreia clicando abaixo: http://www.aescotilha.com.br/literatura/ponto-virgula/um-amor-como-nenhum-outro-fabricio-muller/
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“Almanaque 02 Neurônio – Manual Para Moças em Fúria”, de Jô Hallack, Nina Lemos e Raq Affonso
Literatura
“Almanaque 02 Neurônio – Manual Para Moças em Fúria”, de Jô Hallack, Nina Lemos e Raq Affonso
31 de julho de 2017 at 12:51 0
O terceiro livro das jornalistas do grupo 02 Neurônio, Jô Hallack, Nina Lemos e Raq Affonso, "Almanaque 02 Neurônio – Manual Para Moças em Fúria" (Editora Record, 144 páginas) é autobiográfico e – forçando um pouco a barra – pode ser visto como um retrato de um certo grupo social. O livro é apresentado na forma de pequenos artigos (muitos anteriormente publicados no site delas), de três ou quatro páginas no máximo. O objetivo delas é fazer rir mas quando se lê o "Manual Para Moças em Fúria" de uma sentada o livro acaba funcionando como se fosse um grande blog – por mais bem escrito e divertido que ele realmente seja. (mais…)
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Vernon God Little, de DBC Pierre e Sujeito Oculto, de Manoel Carlos Karam
Literatura
Vernon God Little, de DBC Pierre e Sujeito Oculto, de Manoel Carlos Karam
28 de julho de 2017 at 10:40 0
É difícil não se lembrar da famosa a frase de William Shakespeare em Macbeth [“a vida é uma história contada por um idiota, cheia de som e fúria”] quando se lê Vernon God Little, do australiano – que viveu a maior parte da vida no México – DBC Pierre (Editora Record, 384 páginas). O romance, ganhador do Booker Prize de 2003, é contado em primeira pessoa pelo personagem principal, Vernon Gregory Little. Ele é o melhor amigo de Jesus, rapaz de origem hispânica que certo dia resolve atirar em vários colegas de escola e depois se suicidar. (mais…)
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Jorge Luis Borges: O Homem no Espelho do Livro, de James Woodall
Literatura
Jorge Luis Borges: O Homem no Espelho do Livro, de James Woodall
25 de julho de 2017 at 08:59 0
A Bertrand Brasil lançou recentemente a segunda edição (a primeira foi publicada há sete anos) de Jorge Luis Borges: O Homem no Espelho do Livro, de James Woodall (422 páginas), a primeira biografia escrita originalmente em inglês de um dos maiores escritores do século passado. (mais…)
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Uma ponte para Terebin, de Letícia Wierzchowski
Literatura
Uma ponte para Terebin, de Letícia Wierzchowski
24 de julho de 2017 at 09:10 0
Uma ponte para Terebin, de Letícia Wierzchowski (Record, 444 páginas), é uma biografia romanceada do polonês Jan Wierzchowski, avô da autora. A história atribulada da vida dele realmente vale um livro. (mais…)
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Duas noites no Teatro Guaíra
Literatura, Música
Duas noites no Teatro Guaíra
17 de julho de 2017 at 22:30 0
Estou escrevendo um romance que se passa em Curitiba nos anos 50-60. Li alguns livros sobre a época e alguma literatura daqueles tempos – principalmente Nelson Rodrigues e Dalton Trevisan. O curitibano é um de meus autores preferidos, mas fico meio dividido quanto a Nelson Rodrigues: li as crônicas de “A vida como ela é”, comecei, mas não consegui terminar, o folhetim “O meu destino é pecar” - que ele assinava com o pseudônimo de Suzana Flag - e algumas crônicas esportivas. Tudo me pareceu muito exagerado, sem sutileza, carregado nas tintas. (mais…)
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