Filosofia

“Nietzsche”, de Scarlett Marton
Filosofia
“Nietzsche”, de Scarlett Marton
18 de junho de 2017 at 22:40 0
A coleção “Encanto Radical”, da Brasiliense, é uma série de curtas biografias sobre personagens históricos, artísticos e literários realmente encantadores. O nome da coleção é um primor. Carrego sempre comigo os exemplares das biografias de Marcel Proust, James Dean e Santa Teresa d’Ávila. (mais…)
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“Sobre a Potencialidade da Alma”, de Santo Agostinho
Filosofia
“Sobre a Potencialidade da Alma”, de Santo Agostinho
6 de novembro de 2016 at 21:36 0
Apesar de não ser uma leitura especialmente difícil – até por ser escrito em forma de diálogo entre o santo e um discípulo, Evódio –, resumir um livro como “Sobre a Potencialidade da Alma”, de Santo Agostinho (158 páginas, Editora da Folha de São Paulo) não é muito fácil para alguém sem conhecimento aprofundado de filosofia, como eu. Por isto, achei melhor pegar o resumo do livro obtido no blog de Sérgio Biagi Gregório para reproduzir aqui:
“Questionado sobre a natureza da alma, Santo Agostinho trata de elaborar o tema através de um encadeamento de perguntas e repostas. Santo Agostinho afirma que alma foi criada por Deus. Ele não sabe dizer de que substância Deus a criou. Sabe, porém, o que ela não é. Ele diz que ela não é material, não tem extensão, não tem profundidade e nem massa. A alma é a parte imaterial do ser humano que preenche todo o corpo, dando-lhe vida e inteligência. Afirma ser algo real, mas não sabe definir esse algo real."
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“Confucius”, de Meher McArthur
Filosofia
“Confucius”, de Meher McArthur
17 de outubro de 2016 at 20:58 0
Confúcio (551 a.C. – 479 a.C.) é provavelmente o chinês mais importante da história. Desde a sua morte seus ensinamentos têm sido parte importante da tradição e costumes não só da China, como também de países vizinhos como o Japão, a Coreia e o Vietnã. Recentemente, a relevância dos ensinamentos de Confúcio na China continental tem aumentado significativamente, depois da tentativa do ditador Mao Tsé-Tung de  fazer com que a cultura chinesa voltasse à estaca zero – eliminando, ou tentando diminuir a importância,  de tradições como o budismo, o taoísmo e o confucionismo. Para que se tenha uma ideia da sua importância na China atual, o instituto de difusão internacional da língua e cultura chinesas, equivalente ao alemão Instituto Goethe, chama-se Instituto Confúcio (sim, e tem no Brasil). “Confucius”, da historiadora escocesa Meher McArthur, é uma ótima introdução à vida e aos ensinamentos do verdadeiro arquétipo do “sábio chinês”. (mais…)
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“Utopia”, de Thomas More
Filosofia
“Utopia”, de Thomas More
17 de julho de 2016 at 01:08 0
A palavra “utopia” entrou para o vocabulário da humanidade graças a uma obra do filósofo inglês Thomas More (1478-1535), um dos grandes humanistas do Renascimento. (mais…)
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“Hiperespaço”, de Michio Kaku
Filosofia
“Hiperespaço”, de Michio Kaku
19 de junho de 2016 at 22:57 0
Imagine “Flatland”, um universo com duas dimensões: árvores, casas, pessoas, estradas, todos fazendo parte de um plano. (mais…)
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O Paradoxo sobre o Comediante e Gosto Musical
Filosofia
O Paradoxo sobre o Comediante e Gosto Musical
11 de dezembro de 2015 at 18:47 0
O Paradoxo sobre o Comediante é considerado o trabalho de Denis Diderot que tem mais sobrevivência ativa nos dias de hoje. (mais…)
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Michel de Montaigne, o primeiro blogueiro
Filosofia
Michel de Montaigne, o primeiro blogueiro
22 de outubro de 2015 at 03:16 0
Quando pensei em escrever o texto sobre a edição da Companhia das Letras de “Os ensaios” de Montaigne (uma seleção com cerca de 600 páginas, composta por um terço da obra total), a primeira coisa que me veio à cabeça foi o título: “Michel de Montaigne, o primeiro blogueiro”. Ideia genial, pensei. Até que fui procurar no Google para ver se alguém tinha tido essa mesma ideia genial. E muitos a tiveram. Muitos mesmo. Em várias línguas. Tudo bem. Não foi tão genial assim. (mais…)
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“Platão”, por R.M.Hare
Filosofia
“Platão”, por R.M.Hare
2 de setembro de 2015 at 14:32 2
Quando comprei “Platão”, de R. M. Hare, um livro pequeno de cerca de 110 páginas das Edições Loyola, imaginei que estava diante de uma obra do tipo daquelas da coleção “Primeiros Passos”, da Brasiliense (que começou a ser editada nos anos 80 fazia a introdução para o leigo de diversos assuntos, em pequenos livros como “O que é punk?” e “O que é nazismo?”) ou da “Encanto Radical", da mesma editora (que, na mesma linha seguida pela “Primeiros Passos”, publicava pequenas biografias de gente como Marcel Proust ou James Dean). E o objetivo do “Platão” de R. M. Hare, parece, era esse mesmo, já que a introdução começa com a seguinte frase: “este livro não pretende ser um acréscimo à literatura já enorme e crescente dos estudos platônicos, mas um estímulo e uma ajuda a pessoas comuns que desejem conhecer Platão”. Pessoas comuns lendo Platão: eu. (mais…)
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