Alguns vídeos do Bones
Música
Alguns vídeos do Bones
15 de Fevereiro de 2018 0
Os clipes são parte fundamental da arte de Bones, como os fãs sabem. A utilização do VHS e de diferentes técnicas faz com que seja quase tão legal esperar por seus clipes quanto por seus álbuns. Apresento aqui uma relação de dez vídeos (com os links correspondentes) que dão uma boa ideia deste lado do talento do cara: (mais…)
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Atypical
Séries
Atypical
14 de Fevereiro de 2018 0
Quando a Valéria e Teresa me sugeriram que eu assistisse “Atypical”, da Netflix, sobre um menino autista que tenta arranjar uma namorada, logo imaginei uma série dramática, triste, sobre um garoto desajustado que não consegue suprir sua carência afetiva por causa de seu problema mental – há exemplos desse tipo de temática por aí. Mas minha filha e minha mulher afirmaram que “Atypical” não era nada disso. Que a série não só não era melodramática, como era engraçada. (mais…)
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The End of the F***ing World
Séries
The End of the F***ing World
11 de Fevereiro de 2018 0
Bastou eu comentar aqui recentemente, num texto sobre a Prêmio Nobel Alice Munro, que eu preferia “ler do que assistir a séries no Netflix”, que eu comecei a ver séries. Mas continuo preferindo ler, então não há necessidade de editar aquele texto sobre a grande contista, hehe. E, claro, já que estou assistindo a séries, não custa comentar sobre elas por aqui, não é? Pedi para o grande Guilherme Bresola da Rocha para colocar uma nova categoria no meu site - e aí vou eu. Foi quando se colocou um problema: são frequentes brigas por causa de spoilers entre espectadores, e não tenho assim tanta vontade de levar pancadas virtuais por revelar algo que não deveria ter revelado. Se eu não posso dar spoilers, sobre o que eu posso falar? Sei lá, alguma coisa do primeiro capítulo, e algumas características das séries. Acho que vai dar certo. Ou não. (mais…)
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“O poder do pensamento matemático”, de Jordan Ellenberg
Filosofia
“O poder do pensamento matemático”, de Jordan Ellenberg
7 de Fevereiro de 2018 0
A imagem que acompanha este texto foi obtida no livro “O poder do pensamento matemático – a ciência de como não estar errado”, de Jordan Ellenberg (Zahar, 537 páginas), e dá uma boa ideia dos caminhos do raciocínio matemático.  Para começar, os dois cantos que boa parte das pessoas têm uma ideia do que sejam: o inferior é o canto do “simples e superficial”, como as somas de 2 + 1 ou o seno de 2x; o superior direito é o canto “complicado e profundo”, qualidades que normalmente associadas à matemática superior: ali estão coisas como a hipótese de Riemann ou espaços perfectoides, complicadas, imagino, a ponto de um engenheiro civil como eu não terem ideia do que sejam. Os outros dois cantos são um pouco menos, como direi, populares: no inferior direito o autor engloba a resolução de integrais que eu, quando estudante de engenharia, tinha alguma dificuldade de resolver – mas é interessante que elas estão no canto “complicado e superficial”: de fato, a resolução de muitas integrais parece mesmo apenas trabalho mecânico. O canto em que Jordan Ellenberg concentra todos os esforços de seu “O poder do pensamento matemático – a ciência de como não estar errado” é o superior esquerdo, onde se concentra o “simples e profundo”: o autor tenta responder a perguntas como: quando a probabilidade de ganhar na loteria é maior; qual a probabilidade de Deus existir; como eliminar erros em transmissões de internet; se é mais correto, em julgamentos, seguir as leis ao pé da letra ou usar o bom senso quando necessário; quais os possíveis erros que podem ocorrer em artigos médicos que utilizam estatística; diferentes critérios para decidir eleições. (mais…)
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Minhas músicas preferidas: 3. “Do You Wanna Know?”, do Arctic Monkeys
Música
Minhas músicas preferidas: 3. “Do You Wanna Know?”, do Arctic Monkeys
5 de Fevereiro de 2018 0
Era uma coisa engraçada: a cada vez que eu ouvia uma música na voz do Alex Turner, vocalista do Arctic Monkeys, eu pensava que devia dar uma chance para esta banda britânica. Há muitos anos eu não acompanho as novidades do rock originário da Inglaterra, de modo que o que sempre acontecia é que eu esquecia do Alex Turner logo depois de ter pensado que sim, eu deveria dar uma chance para o Arctic Monkeys. (mais…)
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“O nome e o sangue”, de Evaldo Cabral de Mello
História
“O nome e o sangue”, de Evaldo Cabral de Mello
28 de Janeiro de 2018 0
“O novo século, que era o XVIII, começou bem para o sargento-mor Felipe Pais Barreto, senhor do engenho Garapu no Cabo: Sua Majestade, que Deus guardasse como todos os seus vassalos haviam mister, concedera-lhe a mercê de cavaleiro da Ordem de Nosso Senhor Jesus Cristo, com 12 mil réis anuais de pensão efetiva. Era a coroação de uma carreira que iniciara como soldado da tropa de primeira linha da capitania de Pernambuco e que prosseguira na milícia como capitão e sargento-mor das ordenanças da freguesia do Cabo, além dos cargos honrosos da gestão municipal de Olinda. Pelos estatutos da Ordem, cumpria-lhe agora passar pelas “provanças”, isto é, a investigação sobre sua ascendência, destinada a averiguar se preenchia os requisitos indispensáveis, entre outros a limpeza de sangue. ” (mais…)
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Bones: Failure
Música
Bones: Failure
23 de Janeiro de 2018 0
Depois da vinheta inicial, a mixtape “Failure”, lançada por Bones em outubro do ano passado, diz a que veio, na poderosíssima “Hi-Fi” (“Bones, o deus do microfone”). A coisa continua no mesmo nível na viajante “Supressor”, que conta uma história de perseguição numa “noite como nenhuma outra”. A seguinte, “GetAGrip”, com sua base pesada, mantém o nível extremado deste disco: quando Bones diz “tic, toc, tic, toc, tic, toc, seu tempo acabou”, ele parece estar realmente falando a sério. Mais uma vinheta (“GetAGrip”) depois, chegamos na hipnótica “Mulch”, uma das melhores do álbum, em que Bones conta sobre seu sucesso e de sua casa nova numa região de classe alta, por mais que os vizinhos tenham medo dele , porque sabem que ele “não parece pertencer ao lugar”.  “Deadline” é um pouco mais “normal” para o padrão do rapper, que se queixa que “não existe tempo suficiente no dia”, para falar tudo o que tem a dizer. A sombria “YouFeelingLuckyPunk?” (“não tente a sorte, vadia, você não é uma das nossas”) é outra das melhores da mixtape. A próxima é “Ressurrection”, que é o único clipe de “Failure”: Bones canta na rua à noite, no frio, junto com amigos - um deles é Fred Durst do Limp Bizkit. “SometimesTheUglyTruthCanBeBeautiful” é outra ótima faixa, assim como “HolySmokes”. (mais…)
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A.S.C.O
Música
A.S.C.O
21 de Janeiro de 2018 2
A.S.C.O é um garoto de cerca de 23 anos que sempre sonhou em uma ter banda, e que começou a cantar para ajudar um amigo nos trabalhos da faculdade de produção fonográfica dele. Agora ele lançou “Remorso”, seu primeiro EP, cuja maior influência, confessa, é o nothing,nowhere. – nas letras, músicas e na capa do disco. O produtor oilcolor, que trabalhou com o nothing,nowhere., também produz algumas faixas do EP. E sim, aquele toque melancólico e belíssimo que encontramos na banda de Joe Mulherin também encontramos no EP do A.S.C.O. É lindo. Conversei pelo Messenger com o A.S.C.O – que não fala seu nome. Seu objetivo é trazer o estilo do nothing,nowhere. e de bandas semelhantes para o Brasil com a mesma qualidade dos originais. Ele não quer chamar a atenção pela pessoa dele, mas para o gênero – bem como o nothing,nowhere., aliás, banda de uma pessoa só que apenas recentemente revelou seu nome próprio. A.S.C.O não só sonha com a qualidade de produção – ele também sonha em ter sua discografia, fazer shows por aí. No início seu estilo era “emo/hardcore/violão”, e agora é “emo/rap”, que é o estilo com qual ele mais se identifica. (mais…)
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